terça-feira, 28 de junho de 2016

Férias na Fazenda é atração para as crianças no JundiaíShopping


 
 
Já imaginou colocar elementos de uma fazenda dentro de um shopping center? O JundiaíShopping tornou isso possível com o evento Férias na Fazenda. Passeios de trenzinho, oficinas de culinária e barracas com brincadeiras garantem a diversão de toda a família até o dia 31 de julho.

Com um cenário encantador, inspirado em uma autêntica fazenda, a atração de férias reúne em um único espaço entretenimento para todas as idades. Para deixar tudo ainda mais divertido, um arraial com barracas de brincadeiras tradicionais como pescaria e argola, vai garantir a animação de adultos e crianças que poderão, inclusive, ganhar brindes. A participação é gratuita e limitada a uma visita por dia.

Já as crianças com até 1,10m de altura podem conhecer toda a fazenda a bordo de um trenzinho. O passeio é gratuito e será por ordem de chegada. E quem quiser registrar a visita, uma carroça servirá como cenário para fotografar toda a família.

Aos finais de semana, a atração Férias na Fazenda JundiaíShopping terá oficinas de doces, durante as quais os pequenos vão rechear canudos de brigadeiro e doce de leite ou fazer bolos caseiros, de acordo com a programação da atração. As receitas são preparadas na hora e os participantes podem levar o lanche para a casa. As oficinas ocorrem a cada 30 minutos com turmas de 12 crianças. 

De acordo com Guillermo Bloj, superintendente do JundiaíShopping, férias também é um período importante para o desenvolvimento, por isso a preocupação de sempre proporcionar atrações que agreguem diversão e momentos prazerosos entre pais e filhos. “Todos podem se divertir em um único espaço, seja tirando fotos na carroça, brincando nas barracas de pescaria e argolas ou participando das oficinas de culinária. Esse é um cuidado que o JundiaíShopping tem com os clientes: oferecer um ambiente que envolva toda a família”, afirma.

O evento é gratuito e funcionará diariamente, das 14h às 20h.


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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Meus filhos salvaram minha vida, por Beatriz Casadei

A jornalista Beatriz Casadei é mãe de gêmeos. Não foi uma gravidez planejada e tampouco curtida. Mas no depoimento de hoje ela dá duas lições fundamentais: o respeito pelos sentimentos da mãe e como os filhos são capazes de grandes transformações nas nossas vidas.

Pegue um lencinho, respire fundo e veja como essa experiência foi importante para que a Bia amadurecesse e se tornasse uma mãezona.
 
Meus filhos salvaram minha vida
Por Beatriz Casadei
 


Sou Beatriz Casadei, jornalista e mãe dos gêmeos João Gabriel e Pedro Henrique, de 9 anos.


Eu tinha acabado de completar 22 anos. Era recém-formada em jornalismo e já
contratada como apresentadora da Previsão do Tempo, na TV Bandeirantes de Campinas, algo que era sonho para muitos jovens jornalistas. Namorava há apenas três meses. Estava completamente apaixonada e muito feliz. Os primeiros sintomas de que algo estava diferente vieram muito cedo, nem tinha notado que minha menstruação estava atrasada. Eu tomava pílula anticoncepcional, tudo bem, um dia sim outro não, mas achava que nunca iria engravidar, pois na minha família as mulheres tiveram dificuldade, inclusive minha mãe. Eu estava enganada.

Depois de sentir muita fome, sono, dores nos seios e ficar mais sensível e chorona do que já sou, a mãe do meu namorado disse: “Bia, você está grávida, faça um exame”. Ela falou com uma naturalidade espantosa e como eu tinha certeza de que aquilo era um absurdo, eu fiz. Uma semana depois, eu estava no meu trabalho, e soube do resultado por telefone: POSITIVO. Até hoje, quando me lembro dessas palavras, sinto meu coração disparar e minhas pernas bambeiam (juro, estou sentindo isso agora).

Foi aí que veio um medo misturado com vergonha e revolta. Eu que sempre
amei crianças e sonhava em ter filhos, me senti com ódio do mundo e de mim. Como pude ser tão burra? Uma menina estudada, formada, orientada? A primeira pessoa que liguei foi meu namorado. Ele ficou muito feliz e tranquilo. Disse: “eu já sabia”. Aquilo, ao invés de me fazer feliz, me deixou mais irritada: “Claro, não é na barriga dele”.

Não consigo expressar em palavras até hoje como foram os dias que se seguiram. Só não tenho vergonha de falar porque pedi muito perdão a Deus e não me julgo porque cada um é cada um. Uma semana depois contei aos meus pais, que moravam em outra cidade e vieram correndo pra me “socorrer”. Ficaram preocupados, claro, com minha saúde e obviamente queriam que eu
me casasse. Ou era eu que queria casar pra diminuir o desgosto deles. “Oi? Casar? Gente, eu acabei de me formar, sou jovem, não quero casar, não quero ser mãe, pelo amor de Deus, eu quero morrer”. Foi isso que senti. Eu queria morrer porque não tinha coragem de tirar aquele bebê. Me senti num beco sem saída.

Mais uma semana. Estávamos meu namorado e eu na sala do ultrassom. Era véspera de Dia dos Pais. Eu o amava tanto, tanto e disfarçava que estava feliz só para agradá-lo, mas eu não sentia nada, a não ser um profundo desespero. Começamos a ouvir o coraçãozinho. E eu só sentia frio, medo e solidão. Até que o médico disse: “Parabéns papai, que belo presente. Tem dois bebês aqui.
Parabéns mamãe”. Meu Deus. Eu tinha medo de nunca poder ter filho, foi uma gravidez inesperada e ainda espero dois? O que o mundo reserva pra mim? Por que eu? Era o que eu me perguntava. Meu namorado começou a chorar e gritar de alegria. Ele não se continha. Me beijava, abraçava e dizia palavras de conforto: “Estarei sempre com você, dará tudo certo”. O amor que sentia por ele me levou no piloto automático. 


Daí em diante eu vivia pra ele. Meus pais ficaram muito felizes e extasiados de emoção. E eu? Eu me sentia em um lugar escuro, barulhento, confuso. Era como se o mundo virasse de cabeça pra baixo e ninguém ouvia minha voz. E assim resumo um pouco: foi uma gravidez difícil, pesada, perdi cabelos, ganhei peso rapidamente, 32 quilos, vivi inchada. Não foi de risco. Minha saúde era de ferro. Fiquei horrorosa. Chorei todos os dias durante os sete meses de gestação. Desejava morrer todos os dias. Não arrumei a mala dos meus filhos, minha mãe fez tudo. Ela sofria junto em me ver sofrendo. Eu tinha vergonha de sair de casa. O que diriam as pessoas quando vissem uma moça que engravidou do namorado? Puta. Biscate. Burra.

Mas podia ficar pior. Aos 5 meses de gestação, meu namorado disse que não me queria mais. Que faria tudo pelos filhos, que seria pai, mas não queria namorar. Desesperada, fui a um médico que sabia que fazia abortos. Mas não tive coragem de fazer o que me foi proposto: tomar um remédio e esperar contrações em casa e me resolver ali mesmo. Uma força maior não me deixou fazer isso. Mas me sentia um fracasso por não ter coragem.
Com a barriga enorme e muito inchada, fui afastada da TV. Minha chefe na época me deu total apoio e a agradeço até hoje. Me afastou da TV e me colocou no rádio, assim eu ficaria sentadinha. Me senti a mais horrorosa e inútil das mulheres. Eu não conseguia ver beleza em nada, mas ninguém ouvia meus gritos de socorro: “Gente, eu to com medo. Será que alguém pode me ouvir? Estou desesperada de medo. Não to preparada.” Uma tarde me joguei da escada do prédio da emissora em que trabalhava. Frustrada, levantei-me.

Não aconteceu nada. Nem um hematoma. Dirigia sem cinto pra se acaso batesse o carro, seria mais fácil morrer. Uma semana de desespero e o pai dos meus filhos me ligou pedindo perdão, que estava assustado e que me amava sim. Meu mundo clareou um pouco. Eu sofria em silêncio. Ninguém aceita ouvir de uma grávida que ela não está feliz. Então eu fingia estar para não perdê-lo.

Fui afastada do trabalho no inicio dos 7 meses. Não conseguia amarrar meus sapatos sozinha, respirar era difícil e dormir, quase impossível. O medo do parto era terrível. Mas eu só queria me livrar daquela barriga gigante e daquele rosto que eu não reconhecia no espelho. Eu me odiava. Tinha vergonha. 


As contrações começaram de madrugada. Eu já estava na casa em que ia morar com meu “marido”. Mas não sabia o que era uma contração, então esperei amanhecer e só na hora do almoço, do dia seguinte, eu disse que estava com muita dor na lombar e não aguentava mais. Meu médico mandou correr pro hospital.

Chegou a hora. Nem doía tanto assim, mas eu implorei pra fazerem o parto. Não aguentava mais. Meu namorado assistiu a todo o parto muito emocionado. Primeiro veio o João Gabriel, de cesariana. Um minuto e meio depois, o Pedro Henrique. Nasceram com dois quilos e meio cada um, de sete meses. Saudáveis e perfeitos. Graças a Deus. Mas foram direto pra incubadora para amadurecer os pulmões e por conta da icterícia, típica de bebês prematuros. Não sei se fiquei feliz, ainda não conseguia entender o que estava acontecendo. Quem era eu? E eles, quem eram? Eu queria ser aquela Bia de antes. Mas pelo menos, o pai deles estava feliz. 


Perdi muito sangue por conta da dilatação excessiva do útero e fiquei 5 horas no pós-operatório, até ir pro quarto. Meu namorado foi me ver e agradeceu pelos dois presentes que dei a ele. Disse que já os tinha visto, que eram lindos que estavam bem. Foi aí que digo que algo começou a mudar em mim. 

Doze horas depois do parto e cadê os pedacinhos que tiraram de mim? Estava curiosa pra vê-los. Meus seios pingando leite e meus bebês não podiam desfrutar daquilo. Eu os queria. Só pensava nisso. Danem-se minhas estrias recém-adquiridas, dane-se meu pé inchado. Cadê meus bebês? Me levaram até a UTI Neo-natal para visitá-los e quando olhei aqueles pequenos seres, tão indefesos e pequenos, precisando de mim, me ajoelhei no chão do hospital. Com dores da cesariana, me ajoelhei e pedi perdão a eles e a Deus. Falei pra eles que a mãe deles estava ali e que nada de ruim aconteceria enquanto eu estivesse ali. Eram meus. E eu era deles. Ali nascia uma mãe. Ali nascia a mãe do João Gabriel e do Pedro Henrique. De joelhos no hospital.

Fiquei cinco dias amamentando-os no hospital. Costumo dizer que toda dificuldade que veio depois não foi nada perto do medo que passei sozinha durante a gravidez. Não que eu estivesse realmente sozinha, porque tinha muita gente me dando apoio. Eu estava sozinha dentro de mim.

Larguei meu emprego na Band. Mudei pra Guarulhos. Me casei no civil. Fiquei um ano casada. Mas um mês depois que meus gêmeos completaram um aninho,
meu marido pediu a separação. A dor foi tão grande. Muito maior que alguma outra que eu já tivesse sentido. Fiquei sozinha: eu e meus meninos. Passei muitas noites chorando debruçada nos berços, enquanto eles dormiam. Eu tinha medo. Mas dessa vez, eu tinha forças. Eles eram minha vida. Digo que João e Pedro me fizeram resistir a toda dor e medo que já tive na vida. Foram eles. Eles vieram pra dizer: mãe, estamos aqui com você. Seja forte. Você não está sozinha.








Sofri de amor pelo pai dos meus filhos durante quatro anos. O vi trocar de namoradas inúmeras vezes. Sempre pensei em ter minha família de volta. E
senti muita solidão. Mas dei a volta por cima. Vivi minha juventude, mesmo com meus dois meninos. E sentia muito orgulho deles. Refiz minha vida, voltei ao mercado de trabalho, casei de novo. Tenho dois filhos que são crianças maravilhosas, nunca me deram trabalho. São amados e queridos por todos. E conto minha história pra que outras mamães não se julguem por não ficar feliz
 com a notícia de uma gravidez. Não são todas as mulheres que estão preparadas pra isso. E que, quem estiver ao lado da futura mãe, que a escute, a ajude, ela precisa ser ouvida. Mas mais do que isso, gostaria de passar a mensagem de que nada acontece por acaso. Tudo tem um propósito. Não sei o que seria de mim sem meus gêmeos que me tornaram a mulher que sou hoje.

Por isso eu costumo dizer que João e Pedro salvaram a minha vida e fazem isso até hoje. Eles têm uma missão, que desconfio qual seja, mas deixo eles me ensinarem a cada dia. Amor é pouco. Sinto profundo respeito e admiração pelos meus gêmeos.




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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Fortalecer a mastigação infantil está diretamente ligada ao processo de fala

O primeiro alimento da vida de um bebê é o leite, mas logo nascem os dentinhos, juntamente com o desejo de comer tudo o que veem pela frente. Aí se inicia o processo de fortalecimento da mastigação, na qual os pais são extremamente importantes para educar a criança neste período. Mais do que aprender a mastigar novos alimentos, o fortalecimento da mastigação está diretamente ligado à fala do bebê. 
 
Segundo o especialista em Saúde Bucal e Estomatologia Sérgio Kignel, os órgãos estimulados na mastigação são os mesmos utilizados no ato da fala e, desta maneira, se exercitados de forma e por tempo adequados, estarão prontos para a nova função. “Tudo isso exige um trabalho muscular preparatório ao desenvolvimento da fala. Essa evolução contínua tanto estrutural quanto funcional permite a vocalização dos primeiros sons inicialmente sem qualquer significado, mas com o passar do tempo agregam um valor significativo, e o bebê inicia o processo de balbucio e vocalização como forma de comunicação”, explica Kignel. 

O fortalecimento da mastigação infantil se torna, portanto, um importante processo para a vida da criança. Neste período, os pais podem ajudar seus filhos, oferecendo os alimentos corretos para cada etapa, mas sempre com muita paciência. “Os primeiros alimentos a ser introduzidos devem ser pastosos e, progressivamente, os familiares poderão acrescentar os mais consistentes até chegar aos sólidos. O ideal é preparar esses alimentos na peneira, com o garfo e espremedor, para que não fiquem totalmente líquidos, evitando o uso do liquidificador”, recomenda o especialista.

Kignel esclarece ainda que, após os seis meses, os alimentos sólidos (mas nunca duros) ajudam a massagear a gengiva da criança e fortalecer a musculatura orofacial. Ou seja, não é preciso esperar o nascimento dos dentes para oferecê-los. Embora se deva respeitar o ritmo da criança, o ideal é que com um ano ela consiga alimentar-se como seus familiares, consumindo os alimentos em pequenos pedaços, separados no prato. 

“Pode-se começar reduzindo um pouco da quantidade do purê e ir complementando com algum alimento que tenha sido preparado para os adultos e que sejam fáceis de comer: refogados com batatas, peixe, omelete ou banana. Deve-se evitar alimentos que possam causar asfixia pela sua dureza ou porque se esmigalham facilmente”, indica. Outros alimentos que devem ser evitados neste processo são os doces, embutidos e industrializados. “A ingestão destes alimentos pode deixar as crianças pequenas irritadas e dispersivas, além de provocar maior concentração de insulina no sangue. Balas e pirulitos (e outros doces com açúcar), também aumentam a quantidade de adrenalina”, alerta o dentista. 

Sérgio Kignel ressalta também a importância da higiene bucal do bebê neste processo. O especialista indica a limpeza suave das gengivas, bochechas e língua da criança duas vezes ao dia, procurando remover os restos de leite ou alimentos acumulados. A dica é utilizar para a limpeza uma gaze ou a ponta de uma fralda envolta no dedo indicador e embebida em água filtrada e fervida. Pode-se também usar as dedeiras, que são dispositivos especiais de borracha ou silicone com pequenas elevações imitando as cerdas de uma escova de dente. 

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terça-feira, 21 de junho de 2016

O desfralde noturno

Quando a Bia iniciou o processo de desfralde, a orientação que tive era para que esperasse ela dormir para colocar a fralda com ela dormindo e, antes dela acordar, eu tiraria. Assim ela entenderia que a noite ela também estaria sem e não ficaria confusa.

Não deu uma semana e eu desisti desse processo. Colocar fralda com ela dormindo era uma das funções mais difíceis para mim, estava tensa e meu corpo doía muito por fazer todo o esforço na tentativa de não acordá-la. Ao invés de voltar a colocar a fralda apenas para dormir dando essa ciência à filhota, optei por tirar de vez.

Foram muitos xixis na cama, muitas roupas de camas molhadas, trocadas. Entendam: foram MUITAS mesmo!!! Roupas e mais roupas no tanque. Muita culpa - porque é o que mãe faz de melhor: se sentir culpada! Eu pensei em desistir de tudo várias vezes. Voltar a colocar fralda pra dormir era a minha tentação diária. Mas ouvi muitos conselhos para eu não desistir, fazia parte do processo e como eu já tinha iniciado, eu precisava ser firme. 

Confesso que eu achei super antecipado. A Bia iniciou o desfralde com 2 anos e 3 meses. Pro diurno ela estava sim preparada, mas o noturno ainda não. Procurei textos sobre o assunto para me situar e não encontrava nada. Resolvi assumir minha escolha e enfrentar com a minha pequena o tempo dela.

O que eu fiz?

Diminuí a quantidade de leite e antecipei a hora de oferecer. Evito ao máximo dar água, mas ofereço um pãozinho mais tarde para ela se saciar.

No início eu acordava entre 2 e 3 vezes por noite, pegava a pequena no colo, ainda dormindo, colocava no vaso sanitário e ela fazia xixi. Sim, dormindo, ela fazia tudo e voltava pra cama como se nada tivesse acontecido.

Fui analisando todas as noites. Várias (muitas mesmo!!) vezes eu cheguei na cama e ela já tinha feito. Eu ficava me sentindo péssima. Mas é natureza, não adianta só rotina. Até que aos poucos aceitei numa boa quando ela fazia na cama. 

Outra dica foi colocar o tapetinho embaixo do lençol, coloquei outro por cima do lençol e uma toalha. Assim caso ela fizesse uma vez, eu não precisava trocar toda a roupa de cama. Se ela fizesse duas vezes, ainda estava protegida.


Como está frio, também coloco um cobertor quentinho!

Então quando eu levava ela, eu observava o quanto de xixi saía. Aí fui deixando ela mais tempo dormindo sem levá-la ao banheiro e continuei observando. Quando sentia segura, mudava os horários, adiantava o relógio e aí foi, aos poucos e com muita paciência, entrando no ritmo. 

Sei que ela vai fazer xixi na cama ainda. Sei que essas situações são incontroláveis. Mas eu encontrei a nossa melhor maneira de seguir em frente e achar uma solução que deu certo.

Não tem regras, mas algumas dessas dicas são bem válidas.  

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Projeto #ciclosdofeminino busca retratar sete fases diferentes da vida da mulher



Enxergar e entender a maneira peculiar e intensa que as mulheres vivem cada fase da vida é o objetivo do projeto #ciclosdofeminino, da fotógrafa Grazi Ventura. Através da fotografia, o projeto propõe documentar com muita sensibilidade um dia inteiro de uma mulher representante de cada um dos ciclos escolhidos pela fotógrafa.

“Sete anos atrás duas coisas mudaram a minha vida como mulher para sempre: a maternidade e a mudança para uma profissão conectada ao meu coração. Comecei, mesmo que sem saber, uma intensa jornada em direção ao meu centro, acessando valores e características muito intensas e femininas dentro de mim. Minha vida e profissão se misturaram e logo em meus primeiros projetos fotográficos o universo feminino esteve sempre muito presente”, explica a fotógrafa. Desde então, Grazi vem fotografando mulheres em diferentes fases da vida, percebendo através de suas lentes que cada uma delas vivia um ciclo peculiar, assim decidiu transformar essa experiência em um projeto fotográfico.

Inspirada pelo livro ’O Espírito Transformador’, de Jair Moggi, pelo fotógrafo documental Renato DPaula e principalmente por sua coach Mariana Cogswell, fundadora do projeto Plano Feminino, a fotógrafa escolheu sete ciclos da vida – representando infância, adolescência, casamento, gestação, maternidade, maturidade e terceira idade -, baseados na máxima de que a vida transcorre de 7 em 7 anos. “Em um mundo onde mulheres buscam seu lugar e seu empoderamento, o projeto é, acima de tudo, um convite visual ao autoconhecimento”, comenta Grazi.

A principal musa do projeto é a filha de sete anos de Grazi, que será fotografada durante todo o ano para representar a fase da infância. Além dela, a proposta é fotografar uma mulher a cada dois meses e a primeira já foi retratada no dia do parto de seu segundo filho, com o intuito de documentar os acontecimentos, sentimentos e histórias que acontecem durante o dia em que uma mulher dá luz ao seu filho. A segunda musa será a representante da maternidade, uma empresária que tem quatro filhos, três deles trigêmeos. Além das fotos, serão produzidos vídeos e entrevistas com o objetivo de gerar conteúdo, discussões e reflexões sobre o tema, expostos no Blog ’Ciclos do Feminino’, dentro do site da fotógrafa. 

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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Tal filha, tal mãe, por Aline Cortes

A Aline é da galera de comunicação. Subentende-se que é moderna, curte artes, danças! Sim, não deixa de ser verdade.

Mas ela se surpreende quando sua filha, aos dois anos, questiona sobre cabelos. E a surpresa maior vem mais tarde, quando a menina ainda não tem nem cinco anos e a pergunta, novamente, sobre o mesmo assunto. Vocês vão se surpreender com a atitude dessa mãe parceira!!!


Tal filha, tal mãe
Por Aline Cortes


Meu nome é Aline, sou formada em Rádio e TV e tenho uma filha, a Luna, de 5 anos. 


No filme ‘Awake – A vida por um fio’, a mãe do protagonista abre mão da própria vida para doar o coração para o filho que está morrendo em uma sala de cirurgia.  E fiquei pensando que, se nós estivéssemos vivendo aquilo, eu não pensaria duas vezes antes de tomar a mesma decisão da personagem de Lena Olin, porque não faria o menor sentido continuar vivendo sem minha filha.

O assunto aqui é sobre doação, porém, mais leve do que o do filme acima. A minha doação é diária e começou desde o momento que descobri a gravidez: mudei a alimentação, a rotina, a relação com o corpo, com a saúde, com o trabalho; a casa nova foi planejada já sabendo que, muito em breve, teria a presença diária de um bebê ali. Desde que nasceu, muitas das escolhas foram feitas pensando exclusivamente nela; algumas mais fáceis, outras nem tanto.

Vamos falar sobre os cabelos...

Aos dois anos e meio Luna tinha um corte de cabelo que era um charme, e vivia recebendo elogios: um channel bem curtinho e repicado; e a ideia foi mantê-lo por um bom tempo. Luna transpira muito no calor e se tivesse um cabelo mais longo, eu teria que deixá-lo sempre preso. Liberdade já! Até porque, com aquela idade e, em minha opinião, um serzinho de aproximadamente 90 centímetros não combina com madeixas longas.

Um dia pela manhã Luna pegou um elástico de cabelo e pediu que eu prendesse ‘igual ao da Larissa’. Como de costume, fiz um penteado “chafariz de baleia” – nome criado por nossa vizinha de quatro anos – no alto da cabeça. Luna tirou o elástico dizendo “Assim não, mamãe, aqui atrás”. Ui! Ouvi o barulho dos pedaços do meu coração caindo no chão de madeira do quarto. Depois de recolhê-los mentalmente, perguntei se a Larissa era alguma amiga da escola, já imaginando que ela teria cabelos compridos. Luna respondeu que sim.  Tentei fazer um rabicó, mas ao colocar a mão e perceber a escassez de cabelo que estava preso, Luna não ficou satisfeita e desmanchou o rabo de cavalo coelho, repetindo o mantra “Assim não, mamãe. Assim não”. Como eu sabia que não conseguiria atender suas vontades, sugeri que ela segurasse o elástico até a escola e lá pedisse que a auxiliar cabeleireira das meninas prendesse seu cabelo. E assim foi.

Mas no caminho para o trabalho fiquei pensando sobre o assunto. Todas as pessoas próximas a Luna (tirando as avós) tinham cabelo comprido: eu, a madrinha, a prima, a mãe da prima, a namorada do padrinho, as amigas da escola, a professora, as auxiliares. Uns maiores do que outros, mas todos possíveis de serem presos num rabo de cavalo. E achei “injusto” com ela. Bem, seu cabelo ficaria curto de qualquer jeito e eu não tinha como opinar no cabelo alheio; mas poderia fazer algo com o meu.

E fiz. Cheguei ao trabalho e pedi sugestões de lugares pra cortar. Minha chefe corta com um cara que fica na rua ao lado do trabalho. Liguei e marquei horário para o final do expediente. Eu estava muito feliz por radicalizar pelos motivos em si, mas tamanha mudança em algo fundamental para uma mulher, literalmente de uma hora pra outra, não estava sendo fácil. Passei a tarde em um misto de ansiedade e animação.

Mas pensava sempre na Luna, pois, mesmo que ela não entendesse claramente o motivo da mudança, EU sabia que poderia ser o exemplo caso ela se/me questionasse a respeito do seu visual. Então acabei chegando ao salão tão decidida do que queria, que passei quase uma hora praticamente implorando pro cabeleireiro pesar a mão.


Quando me viu, Luna fez uma carinha de ‘tem alguma coisa diferente’, mas como eu estava super empolgada, acabei não dando muito tempo pra ela avaliar a figura que adentrava pela porta e já fui chacoalhando a cabeça dizendo igual uma doida escandalosa: “Filhaaaaaaa, mamãe cortou o cabelo pra ficar igual ao seu!!! Agora nós duas temos o cabelo curtinho!!!”. Não sei se a empolgação era de saudade por me ver depois de um dia inteiro longe ou se ela achou o visual um 'a-rra-so'! Mas Luna pulou no meu colo, me abraçou forte e me deu aquele beijo molhado-animado.




Uns dois anos mais tarde, meu marido vem me contar todo animado, em um momento a sós: “Sabe o que a Luna me pediu? Pra cortar o cabelo; mas só de um lado, raspado mesmo.”

Demorei alguns segundos para entender o que significava aquele pedido. Quando caiu a ficha, quase tive uma parada cardíaca. O que mais me assustou foi a entonação de voz do Silvio, apoiando a ideia da filha com toda empolgação possível. Fiquei histérica, rejeitando aquela “maluquice toda” de qualquer maneira. Imagine, uma menina de quatro anos e meio, raspando toda lateral da cabeça! “Aline! Cabelo cresce”, ele me dizia.

Dias depois, em um encontro com amigos, desabafei, imaginando que receberia total apoio por parte deles. A reação foi completamente oposta a que eu imaginava. Adoraram a ideia. Ah! Esse povo das artes e da dança, sempre tão moderno, tão pra 'frentex'. Minha cara foi pro chão, de novo!

Até que uma delas sugeriu: “Faça só em um pedacinho pequeno, não precisa raspar a lateral toda. Assim mata a vontade dela.” Eu não tinha pensado nesta possibilidade. Já digo tantos e tantos 'nãos' pra ela, já deixo minha filha tão ansiosa por não poder isso, aquilo ou aquilo outro. Qual o problema de um corte diferente? Cabelo cresce.

Mais uma vez a vida mostra que ser mãe é ser desafiada a rever conceitos e passar por experiências únicas.

A arte no cabelo da filha foi obra do pai dela; muitos anos de experiência como cabeleireiro. Luna A-D-O-R-O-U! E eu não poderia ter ficado mais feliz ao ver aquele sorrisão banguelo se olhando no espelho.

Cabelo cresce.


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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Cores e sons ajudam a entreter e desenvolver o bebê


Por meio dos sons e cores, que atraem imediatamente a atenção, os bebês começam a descobrir e estabelecer relações com tudo ao seu redor. Ouvir sons, apertar um botão cheio de luzes, interagir com formas, essas são algumas das brincadeiras essenciais para o desenvolvimento da criatividade e estímulo dos sentidos da criança.

Tapetes interativos, cadeiras de descanso e centro de atividades são brinquedos ricos em formas e sons, e se transformam em um parque de diversões, alegre e cheio de descobertas para o bebê.

A Burigotto acredita que o momento da diversão pode ser também o da aprendizagem. “Sempre comprometida com a segurança das crianças, nós buscamos desenvolver produtos com as tecnologias mais modernas no que diz respeito a entreter e desenvolver. Prezamos pelo bem-estar e tranquilidade dos pais e pela diversão e aprendizado da criança, afirma o diretor industrial da Burigotto, Élio Santini.

Sugestões de brinquedos para cada fase da vida:

A partir do 1° mês de vida: o bebê já consegue dirigir os olhos para o objeto que chama sua atenção e está começando a desenvolver as atividades motoras e alguns sentidos, como visão e tato. O tapetinho infantil pode ser usado desde o primeiro mês de vida até os 12 meses, pois possui desenhos que ajudam no aprendizado de cores e formas, além de ajudar a evitar que a criança se machuque quando começa a sentar e engatinhar;




0 a 6 meses: nessa fase é importante estimular os primeiros sentidos do bebê até mesmo na hora da soneca. Uma boa opção é a cadeira de descanso, que deixa esse momento divertido e produtivo. Recreativa e segura, ela proporciona um descanso para os pequenos e para as mamães, que ganham um tempinho para fazer outras coisas enquanto a criança está entretida com sons relaxantes e brinquedos;


6 a 18 meses: nessa fase eles já conseguem sentar sozinhos ou até mesmo ficar em pé. Já podem segurar objetos grandes, puxá-los e soltá-los no chão. O centro de atividades é cheio de brinquedos com luzes, sons e movimentos divertidos, sendo perfeito para as crianças dessa idade. Vai contribuir ainda mais para o desenvolvimento motor, audição e visão.

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Troca de brincos

 
Quando o assunto é fazer alguma coisa que fatalmente vai dar crise de choro em casa eu adio ao máximo. Mas fato é que minha mãe veio me falar que viu a Bia cutucando a orelha e pensou que pudesse estar incomodada com o brinco. Ela e o meu marido insistiram que eu precisava tirá-los e limpar com todo cuidado.

Como eu disse, era um assunto que fatalmente seria uma crise e eu estava de fato adiando. Confesso que não me lembro quando foi a última vez que troquei o brinco dela, mas ela não tinha essa noção e independência que tem hoje! 

Foi a mamãe toda carinhosa conversar com a pequena e avisar que era necessário tirar os brincos mas que depois colocaríamos um novo e tão bonito quanto!

Primeira tentativa... muito choro e dodói pra todo lado. Tirei de um lado e fiquei pensando: "como raios eu vou convencê-la a tirar o outro???"

Óbvio que não deixou, brigou, chorou e disse que doía! E eu pensando em quanto tempo eu deixei aquelas joias lá e como faria para colocar outros, e quanto tempo precisaria para tirá-los novamente, e aí a mente fez um jogo sujo comigo me deixando desnorteada!

Passou um tempo e joguei 'aquele xaveco'! O que eu falei? Não faço ideia, afinal, foram inúmeros argumentos até convencer, mas o segundo foi bem mais fácil tirar e, por não ter se mexido, ela não reclamou.

Ok! Primeira parte concluída! Foi muita emoção para um dia. Deixa a pequena dormir sem brinco e amanhã resolvemos o resto. (anrãm!!!!! Quem disse que é fácil???)

No dia seguinte fizemos tudo, de carinho a chantagem, mas não podia encostar na orelha dela! Fiquei apavorada pela possibilidade de estar machucada, me senti mal por ela estar chorando tanto. Fiquei pensando em mil alternativas e ouvindo "e se o furo fechar???"

Eu furo de novo! Não vou me sentir culpada agora! E não me senti mesmo, mas fiquei apreensiva por estar machucada. Aí me aconselharam a fazer isso com ela dormindo. Pensei na hora: "até parece! Ela vai acordar e chorar e nunca mais dormir!"

Respirei fundo e aceitei o fato dela não deixar colocar, do furo fechar. Machucada eu sei que ela não estava, porque durante alguns momentos eu colocava pressionava os lóbulos e ela não reclamava.   

Aí a pequena dormiu. Peguei os brincos e falei pro meu marido: "É agora!", mas estava apreensiva e talvez ela não tivesse no sono profundo! Resmungou, se virou e eu desisti. Por uns 20 minutos talvez. Rsrsrs! Peguei novamente a joia, respirei muito muito muito fundo e fui colocando bem devagar, girando delicadamente e encostando suavemente no lóbulo dela, até que fechei!

Orgulhosa, mostrei pro marido! "Sorte!" Soltou ele, rindo! Uau... sorte????? Pois a pequena virou, eu estava mais apreensiva ainda, afinal me senti desafiada! Respirei uma, duas, três, quatro... várias vezes e fiz o mesmo processo. 

Voi lá!!!!! Uma princesa de brincos!!!!!!!!!!!!!!!!!!

De manhã acordamos e mostrei a novidade. "Viu? Nem doeu!" 

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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dificuldades para engravidar, por Lívia Balanin

Muitas mulheres sofrem para tentar engravidar do primeiro filho. Por meses, ou até anos, surgem esperanças, mas também vem algumas frustrações! Lendo este depoimento me identifiquei demais, me vi representada nessas palavras.

Minha xará, a Lívia do blog Diversão em Família, contou um pouco pra gente sobre as dificuldade de engravidar do Henrique, como foi a tentativa de um segundo filho e a aceitação do propósito de Deus na vida dela e de sua família!




Dificuldades para engravidar
Por Lívia Balanin







Meu nome é Lívia e sou mãe do Henrique, de 6 anos! Depois de entrar para o mundo 'bloguístico', percebi uma quantidade enorme de mulheres que tentam engravidar e não conseguem. Umas demoraram mais, outras menos, outras ainda não conseguiram.


Por isso resolvi falar sobre esse assunto aqui!

Sim, eu demorei para engravidar do Henrique. Demorei nove meses. Parece não ser muito tempo, mas quando uma mulher está tentando engravidar, nove meses viram nove anos.

Todos os meses surge uma esperança e todos os meses essa esperança se vai com a chegada da menstruação! Mas além disso, cresce uma frustração. A mulher vai ficando triste, chateada, com raiva. Sente-se incapaz, insegura... 


Apesar disso, a esperança está sempre ali, juntamente com essa mulher! Vai e volta, num círculo vicioso, como se fosse uma roda gigante de emoções que abalam a estrutura dessa mulher!!!
 

E como não pensar no marido? Um homem que ama a sua mulher e que sofre pela não chegada do filho, mas sofre ainda mais com o sofrimento da sua mulher! Sofre ao vê-la chorar, ao vê-la se encher de esperança e ver a sua esperança se desmoronar diante de seus olhos!

Os fatores para uma mulher não conseguir engravidar podem ser diversos: emocionais, hormonais, outros problemas de saúde... problemas com o marido...etc.
 

No meu caso, eu não ovulava! Os médicos dizem que é normal demorar até um ano para que um casal engravide. Eu acredito que isso seja verdade, mas no meu caso não era!
 

Depois de muito tempo passando pelo médico errado (afinal, fazia um ano que eu não menstruava e ele dizia que era por conta da pílula anticoncepcional e que era normal. Parei de tomar a pílula e continuei sem menstruar... Tentei engravidar e não conseguia...). Resolvi passar por uma médica maravilhosa que me pediu alguns exames, na semana seguinte descobriu o meu problema, me deu uma reposição hormonal e em dois meses eu engravidei!
 

Quanta emoção, quanta alegria!!! Eu mal podia acreditar!!!
 

Eis que o Henrique nasceu, me fez e me faz a mulher mais feliz do mundo!!! Hoje me sinto realizada!!! Agradeço a Deus por esse milagre todos os dias!!!

Quando uma mulher está querendo engravidar e não consegue, ela chega a duvidar de Deus. Fica se perguntando por que ele dá filhos para quem não tem condições de cuidar, para quem abandona, para quem judia, para quem joga a criança no lixo, no rio, aborta??? A resposta eu não sei, mas espero saber um dia...

Por hora, eu posso dizer que acredito que Deus tem um propósito diferente para cada um/uma de nós. Que o tempo Dele não é o nosso...

Por isso, queridas tentantes, acreditem que tudo dará certo!!!

Dará certo para aquelas que conseguirão engravidar um dia!
Dará certo para aquelas que adotarão!
Dará certo para aquelas que terão amor suficiente, de mãe, para dar aos mais necessitados de amor e carinho!

Dará certo para os que serão sempre um casal (porém apaixonados e felizes pelo resto de suas vidas)!

Mas não fiquem quietinhas deixando o tempo passar. Investiguem, procurem, troquem de médico se preciso!!! Cuidem do seu casamento para que os momentos de amor não virem rotina, com data e hora marcada e com a única finalidade da procriação, se amem, se cuidem!!!

Beijos no coração de todas vocês!!!

Que nossos jardins se encham de flores e nossas vidas se encham de crianças!

Ah, e saibam que tentei um segundinho desde que o Henrique tinha um aninho (hoje ele tem 6) e não veio! Investiguei novamente, eu e meu marido, e dessa vez não havia nada de errado...


Já desistimos por motivos nossos... para o nosso bem estar e para o bem estar do Henrique, e finalmente aceitamos que Deus escreve a nossa história! E isso tudo tem um propósito em nossas vidas!

Estamos bem, estamos felizes! Estamos com o nosso maior presente: Henrique!


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