quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

And I don't know how it gets better than this...

Fiquei tanto tempo sem escrever que acabaram passando inúmeros assuntos que seriam bacanas dividir com vocês.

Hoje resolvi desabafar sobre meu vício pós-maternidade: a babá eletrônica!



Antes da Bia nascer, um amigo do meu marido emprestou o equipamento que ele comprou com nos Estados Unidos. UFA! Porque não teríamos condições de comprar uma bacana aqui no Brasil e ir pra fora estava fora de cogitação.

Enfim... Era um aparelho muito bom, todo cheio das nove horas, eu conseguia controlar o monitoramento da minha filha apenas com o controle do monitor.

E era ótimo para ver se Beatriz estava se mexendo muito, se estava dormindo, acordada, de ponta cabeça, respirando (sim! dava pra ver perfeitamente). E tudo isso sem precisar entrar no quarto com minha delicadeza de elefante, sem fazer barulho, sem correr o risco de assustá-la!

Eis que um dia, um imprevisto surge e somos avisados que teremos que devolver a babá eletrônica. Tinha acabado de perder minha avó, estava naquele clima triste, deprê, ainda teria que devolver uma das coisas que mais me deixava segura dentro de casa? Sim, eu avisei no início do post, é viciante!

Bom, devolvi (fazer o quê?) e fiquei uma, duas, três semanas levantando para ver se estava tudo bem no berço da pequena. Claro que só levantava quando ela chorava, acontece que bem nessa época ela aprendeu a virar de bruços. Então toda madrugada ela acordava chorando porque não conseguia desvirar. Depois que a criança aprende a virar, demora de um mês e meio a dois para ela aprender a desvirar. Fiquei justamente esse período sem a babá, com um bebê chorando loucamente e quase infartando de susto.

A saber: sempre que Beatriz chora, primeiro eu vejo no aparelhinho se está tudo bem. Então sem ele, tudo aparentava ser muito mais urgente do que realmente era!

Chegou um dia em que eu comecei a ter crise de choro e pedi pro meu marido uma babá eletrônica para ser minha, só minha! E me tornei uma mãe muito mais calma, tranquila e feliz depois que ela foi instalada no berço da pequena. Mesmo porque, depois de virar vem o desvirar, o sentar, o levantar. Com isso eu consigo saber o que vou encontrar naquele berço.

A MINHA babá eletrônica não é das mais bambambam, mas era a que cabia no nosso bolso naquele momento e não nos deixa na mão.

E já me peguei pensando: 'Quando vou ter coragem de empacotar este aparelho e me desapegar desta segurança?'

Não sei, mas também não será um motivo de pânico (espero!). Como tudo ultimamente tem sido natural, deixo que assim continue sendo. Tanto para mim, quanto para ela. Por enquanto, com todas as nossas noites agitadas - que ainda existem e não são poucas - eu vou me manter nessa bolha que me acalma e me permite dormir mais tranquila.

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