quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Ela é o meu amor... eu sou o amor todinho dela!

Amanhã fará um mês que minha vida mudou completamente! Beatriz mal chegou e já me ensinou tanta coisa! Acho que muito mais que nascer um bebê, nasceu uma mãe (leiga), mas muito diferente da Lívia de antes!

Por isso resolvi fazer aqui uma lista sobre o aprendizado que venho tendo, colocando algumas situações que vivenciei neste mês mais que especial.


- O parto é emocionante, principalmente ao ouvir o chorinho dela. Chorei, sorri, senti algo inexplicável;

- Percebi que amar seu bebê não acontece de imediato! Eu a via como uma pessoa estranha, que eu não conhecia! Mas isso aconteceu aos poucos, com o passar dos dias;

- Quando você sente o amor pela cria, aí sim ele explode que não cabe em mim. E só de olhar aquela perfeição já meus olhos se enchem de lágrimas;

- Peguei birra (MUITA) de pessoas que ficam no meu pé dizendo o que fazer, o que é, como é, como fazia na sua época. Palpites e pitacos não ajudam, só irritam;

- Eu não tinha jeito nenhum com criança, mas pegar, trocar e dar banho na minha filha fez parecer que eu já tinha experiência de anos;

- A ajuda e parceria do pai é fundamental, mas como tudo é novidade, não é difícil que algumas crises ou desentendimentos aconteçam. Só que é importante lembrar que tudo é pela nossa filha, aí as coisas se acertam;

- A gente muda os planos para facilitar a vida. Depois da alta médica, ficamos cuidando da Beatriz sozinhos, eu e Luís. Porém, assim que o marido voltou pro trabalho, fiz uma pequena mudança pra casa dos meus pais para ter ajuda deles nas primeiras semanas. (Ok, vai fazer um mês que estou aqui e não tenho noção de quando voltar, mas hoje estou muito mais segura pra voltar do que quando vim);

- Ter minha mãe por perto me fez muito bem! A paciência dela me deu segurança, além da força que ela tem nos dado, pegando a Beatriz principalmente quando já não temos mais braço pra niná-la, inclusive de madrugada;

- A paciência vem com o tempo, e as vezes vai com ele também. O choro da Beatriz as vezes me faz chorar junto - ver aquele biquinho fazendo beicinho é de cortar o coração. Mas realmente vamos aprendendo aos poucos a entender o que significa cada "buaaa" e quando não sabemos o que é, damos o peito. Dar de mamar é uma grande válvula de escape;

- Chorar muito por qualquer motivo e sem saber como explicar é normal no pós-parto. Tive medo de depressão, pois tinha dias que eu chorava muito por qualquer coisas. Mas descobri que existe mesmo o tal "blues puerperal" e que as pessoas provavelmente não vão entender que a tristeza não é pelo bebê, é apenas uma confusão dentro da gente;

- É cansativo e já deu vontade de 'largar mão' numa madrugada em que nada acalmava a pequena, mas durou um segundo e logo me senti culpada pelo pensamento ruim;

- Ser atingida por um bombardeio de cocô no meio de uma troca de fralda pode ser muito engraçado, ainda mais quando o papai está perto para presenciar a cena;

- Pedir pra ela fazer xixi ou cocô em você enquanto carrega para o banho para que não faça na banheira é normal e muitas vezes ela faz mesmo. E eu não ligo;

- Comemorar um pum, um peido, um cocô ou um arroto se torna a coisa mais normal do mundo! Ninguém quer um bebê chorando de cólica;

- Com menos de um mês já compramos mais de cinco remédios para ela, a maioria para cólica;

- Eu achava que a chupeta era uma coisa muito fácil de se pegar. Descobri que bebês não gostam! Como é difícil fazê-la acostumar;

- Pedir pra que o primeiro mês passe logo e, quando ele chega, já pedir pro próximo passar logo também foi normal, mas ficar com medo do tempo passar rápido demais é angustiante;

- Penso muito no dia que eu terei uma noite inteira de sono, porque o que mais me cansa em todo o processo é acordar a noite toda, de duas em duas horas pra dar mamar e esperar arrotar;

- Dormir de barriga pra baixo é muito bom e eu tava com saudades;

- Dormir sempre que a bebê dorme não é tão simples, uma vez que você tem suas coisas pra fazer, além de arrumar todas as coisas da cria;

- Inventar músicas e histórias pra acalmar a pequena se torna muito mais fácil;

- As vezes olho pra Beatriz e penso se ela sabe que sou a mãe dela. Tem horas que acho que ela não tem essa noção, outras ela só acalma quando está no meu colo;

- Não consigo mais cantar a música Você, do Tim Maia, que eu cantei durante toda a gestação, sem ficar com um nó na garganta tamanha a emoção;

- Tudo, mas tudo mesmo, é motivo de pesquisar no Google. O que pode ser um perigo por um lado, me tira muitas dúvidas também;

- Na gestação eu tinha noção do carinho das pessoas por mim e pela minha filha. Mas após seu nascimento eu fiquei ainda mais emocionada com o dimensão de tudo isso! Em nome da minha família, muito obrigada a todos!

Por enquanto é isso! Espero que não me achem doida com este post!!!

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Me ensina a não andar com os pés no chão...

E meu jardim ficou muito mais colorido...

Depois de mais de um mês sem aparecer por aqui, volto para relatar a minha história de parto. Nasceu a Beatriz!

No final de outubro saí de férias. Pudera, com o barrigão de nove meses já estava pesado demais ir diariamente para São Paulo, pegar ônibus, metrô e já sem posição para sentar.

Descansei bastante e não tinha muita força pra fazer todas as coisas da maternidade que estavam pendentes.

No dia 11 de novembro acordo pela manhã, faço meu xixi matinal, tomo um café da manhã devorando o meu único desejo gestacional, um chocotone, e volto pra cama pra mais uma soneca. Eis que me deparo com um pijama molhado! "Ué, mas eu já fiz xixi!!!!"

Segundos depois a tremedeira. "Será que é a bolsa???" Corro pro banheiro e nada de água. "Acho que não é nada!". De qualquer maneira, achei por bem deixar alguém avisado. Aí que começou meu desespero. Não queria deixar o Luís, que estava em Campinas, nervoso, por isso resolvi deixar meus pais cientes do que me acontecera. E nada deles atenderem. Poxa, meu pai NUNCA fica sem o celular... 

Ligo, ligo, sem sucesso. Aí o que eu estava 'tranquila' se tornou um pesadelo. "E se for alguma coisa?????" Ligo novamente no celular da minha mãe e a minha cunhada atende. Poxa, eu sei que minha mãe não usa celular nas horas que mais preciso, mas justo agora!?!?! Resolvi desabafar com ela mesmo.

- Anna, estou chorando e um pouco nervosa, mas tá tudo bem. É que saiu uma água e eu to meu sem saber o que fazer. Eu acho que foi o tampão.

- Vou chamar seu irmão e ele te leva no hospital. É melhor tirar a dúvida.

Ela tinha razão, mas não queria alarde sem necessidade. Resolvi não ir ao PS até um minuto depois de ligar pro Luís e ser OBRIGADA a ligar pra minha médica, que orientou ir ao hospital apenas para certificar de que estava tudo bem.

Era o tampão e a dilatação já começara em 1 cm.

...

Foi uma semana de repouso e muita correria! As lembrancinhas da maternidade não estavam prontas e as nossas malas menos ainda! (Aliás, motivos de muitas angústias no dia 11). Corremos pra deixar tudo certinho pro grande dia.

Eu conversava muito com a Beatriz, pra ela aguentar mais umas duas semanas. Mas realmente, coração de mãe não se engana. Eu sabia que ela já estava cansada daquele aperto todo.

...

Na quarta a noite recebo um e-mail da minha G.O. pedindo pra eu fazer uma ultrassonografia de urgência na quinta. Confesso que apavorei.

Aquela angústia toda só sumiu no dia seguinte, depois do exame que provou que estava tudo bem com minha princesa.

...

No final de semana, dia 16, comecei a sentir uma dor muito forte no quadril direito, que me levou novamente ao PS. Tava tudo igual, a não ser que o colo do útero estava afinando. Com os comentários das médicas que me atenderam, sabia que logo eu voltaria ali para parir. Minha sorte foi o Buscopan que me aliviou as dores.

...

No domingo fiquei de cama... com dores no quadril e cansada.

...

Já na segunda estava bem. Cansada, pesada, mas me sentindo melhor. Fui pra casa dos meus pais e a noite o Luís passaria para me pegar. Até que...

Até que no fim do dia começo a ter umas dores 'esquisitas'. Ia no banheiro, mas não era dor de barriga. Não sei porque cargas d'água resolvi contar o tempo entre uma dor e outra. Não pensava que pudessem ser contrações, juro!

Vinte minutos! Eram mais de 19hrs e o Luís me liga pra descer e irmos pra casa, mas com dores de vinte em vinte minutos eu não ia ter condições. "Luís, sobe!" E ele liga pra minha médica, uma vez que as dores já me faziam apertar o sofá da sala devido a força com que estavam aparecendo.

- Vai pro hospital, já vou ligar lá pra te atenderem, assim que terminar me liga que eu vou pra lá!

- Dá tempo de tomar um banho? - sim, esta foi uma grande preocupação minha!

- Faz tudo com calma... pegue os  resultados dos exames e levem as malas!

Mas quando cheguei em casa, as dores eram mais intensas e o tempo menor.

E eu gemia, mas ainda suportava aquilo. 

Já na saída do prédio, uma dúvida: "Lu, pegou a máquina?" - ele não tinha pego!

Eu ainda não me dava conta de que era aquela a hora, por que eu tava tão certa que era aquela hora? Eu que não sabia como saberia que a hora era a certa!!!! Ainda assim, rezei um Pai Nosso e uma Ave Maria. Sabia que Eles estavam comigo!

No hospital as forças começaram a diminuir, depois de um bom tempo, enfermeiras começaram a me monitorar!

- Vamos contar suas contrações. Quando começar me avisa. Agora? OK... Uma contração a cada 2m30, duração de 30s. É, você está em trabalho de parto! Quando o médico (que estava atendendo uma emergência) voltar, te examina.

Demorou dias pra mim, nos meus contorcionismos de dor. Ele apareceu, fez o toque: 3cm! As palavras seguintes foram: internação, quarto, chamar sua médica, ligar pro centro de coleta de célula tronco.

No quarto, peço pra minha mãe ligar a TV, era dia de desmascarar o Félix e, quem sabe assim, eu me distraía... Já tinha passado das 22hrs, já acabou a novela! Poxa! O tempo tá voando muito ou eu que perdi a noção dele???

A partir daí, foi muita dor. Muita dor mesmo!!!! Gritos, gemidos, choros, ais e uis pra todo lado. Pessoas me mandando ficar calma e eu querendo berrar o mais alto possível. Meu medo não era a dor, meu medo era aquela dor durar por inúmeras horas. 

Veio a ocitocina. Neguei. Quanto tempo vou ficar aqui??? 

- Doutora, tira ela, pode abrir!!!! 

- Lívia, conversamos tanto sobre o parto normal e tudo indica que você pode ser assim. 

- Cade o Luís? Vou discutir com ele.

Ele me deixou a vontade pra decidir! 

E foi a médica que me mostrou que eu tinha capacidade de parir normalmente. Se ela confiava em mim, eu também podia fazer o mesmo.

Então manda ocitocina: 6cm. Estoura a bolsa. Sinto fazer um puta xixi na cama, mas tinha uma bacia embaixo. Não doeu. As contrações sim. Mas eu era capaz. Só queria muito que chegassem logo os 8cm pra tomar anestesia.

Hora de ir pro centro cirúrgico. Cade a anestesia? Dói, mas tá dilatando! Quase 9cm!! Aleluia, tomei anestesia! Não sinto nada! Agora podemos fazer qualquer coisa! Agora dou conta.

- Faz força!

- Cade o Luís?

Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr... força, força....

- Descansa... outra contração, faz força!

- Cadê o Luís???

- Chama o Luís!!

Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr... força, força...

Depois de muitos "faz força" e "chama o Luís", ele chegou e eu fiz mais e mais força... por longos minutos... e depois de 40 vejo preocupação nos rostos. E eu lá, firme, esperando minha menina chegar. Eu sabia que ia dar tudo certo! 

O aparelho de escutar o coração do bebê já não estava nos dando o retorno esperado. O tum tum forte da Beatriz quase não era audível... As contrações começaram a diminuir...

- Vamos ter que operar.

- Doutora, o que for preciso pro bem da minha filha. Ela é prioridade. Eu não tenho medo de nada!

Minha calma somada a do Luís eram de fazer inveja. Só entristeci por não poder ver a cirurgia.

Depois disso, tudo passou muito rápido. Colocaram o Luís sentado e ele disse que queria ver. "Levanta, olha!! Aproveita que você consegue!"

E foi depois de tudo isso, e muito esforço, que ouço aquele chorinho. O momento mais esperado de toda a gestação. 

Já era dia 19/11, 0h53, com seus 2,775kg e seus pequeninos 46,5cm, meu mundo mudou, minha vida floriu, meu coração disparou e já não era mais meu. O amor transbordou...

Foi assim que pari. De cesárea, com apenas 37 semanas, sem me despedir da barriga, sem sentir a bolsa estourar, sem saber como ia acontecer e, no final, como disse o Luís, dando a luz praticamente das duas formas. Foi tudo muito rápido! As horas passaram voando e foi tudo tão surreal que não conseguimos avisar ninguém!

Mas de tudo valeu. Faria tudo de novo. E vêm noites sem dormir, cólicas, dores, cansaços, mas é o amor da minha vida, o motivo da minha existência. Aquela máxima de "como eu vivi antes de Beatriz???" É verdade... não consigo lembrar da minha vida sem minha filha.


"Sim, me leva para sempre Beatriz

Me ensina a não andar com os pés no chão,

Para sempre é sempre por um triz

Ai, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz"
(Beatriz, Milton Nascimento)


Ah! Faltou um detalhe importantíssimo no final da cirurgia! Depois de muito tempo dando os pontos nas sete camadas da cesárea, ouço uma 'conversa' entre médicos e enfermeira. A contagem das gazes não batiam! Minha médica firmou mil vezes que não tinha ficado nada em mim! Eu pensava: "caracas, não to acreditando que vão me abrir de novo!!!!!!!!!" Meu braço estava dolorido e eu queria sair logo dali pra pegar minha cria!!! Contaram uma, duas, várias vezes e não batia!!! Aí descobriram que a moça que coletou o cordão umbilical usou uma e jogou no lixo, com o sangue e tudo! Por isso ninguém achava! Só digo uma coisa: "UFA!!!!!!!!"

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Set your spirit free, it's the only way to be...


Nem todos sabem, mas moro em Jundiaí e trabalho em São Paulo. Levo vida de fretado diariamente, mais metrô, e ando outros três quarteirões até chegar ao meu destino. 

Até aí, tudo bem. Esta vida me acompanha há uns bons anos.

O que percebi nesta última semana é o quanto eu sou acelerada no dia a dia. Ando rápido, me estresso com quem tá parecendo o Rubinho Barrichello na minha frente.

Sou não, eu era! Agora com uns bons quilos a mais, uma bexiga sendo amassada a cada passo, andar de pinguim e mais lenta que uma lesma, pude reparar de fora como São Paulo é aquela agitação, aquela loucura de que tudo tem que acontecer na pressa.

As pessoas me atropelam, não têm paciência para quem é devagar. Ops! Eu também não! 

Fato é que nos meus últimos dias de cidade grande, rumo ao metrô pra ir pra casa, ao passar, em dias e locais diferentes, por duas moças - aparentemente moradoras de ruas - bem humildes, elas gritaram comigo.

Primeira moça, dia X:

- Barriga bonita, moça! Parabéns! - e me abre um sorriso!

Segunda moça, dia Y:

- É menino? - após minha negativa ela continuou - É menina? Que legal! Bom parto pra você!!! - e me abre um sorriso!

As duas gritaram comigo, na rua, enquanto eu já tinha passado por elas! As minhas duas reações foram involuntárias: me virei abri um grande sorriso de orelha a orelha e soltei, quase gritando como elas, um "Muito obrigada!", retribuindo um carinho gratuito.

A vida é curta, passa tudo rápido demais, a gente não presta atenção em quem está passando por nós, cruzando nossos caminhos.

Vamos refletir um pouco...

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

I don't want to miss a thing...

Semana passada separei todas as roupinhas e fraldas que a Beatriz ganhou, por tamanho, tipo, modelo... Enfim, com ajuda da minha mãe, fizemos uma divisão para calcular o que já tínhamos e o que precisaríamos comprar.

Além disso, listamos as coisas de higiene, alimentação, banho, etc, porque agora temos pouco tempo e precisamos acelerar com as coisas que faltam com certa urgência.

A Beatriz ganhou muitas coisas! Tantas que nem precisávamos mesmo ir pros EUA. O enxoval mesmo, as roupinhas, quase não terei que comprar nada.

Aí resolvi fazer uma planilha com tudo o que eu precisava comprar e dei uma super incrementada para disponibilizar pra vocês! 

Aqui você não vai encontrar quantidade de cada coisa. Afinal, isso varia relativamente de acordo com a época que o bebê vai nascer.

O que você vai ter é uma lista para atualizar o que você já tem e o que ainda falta comprar. Além disso, você pode acrescentar nela outras coisas que você considera imprescindível  Por exemplo, se você mora num lugar muito quente, é preciso lembrar de incluir um mosqueteiro. 

Tentei fazer pensando na melhor maneira de colaborar. Espero que usufruam com muito amor!

A planilha está em Excel e cada tópico separado por abas localizadas no canto inferior esquerdo.

Para acessar a lista de enxoval, clique aqui!

Quem sentir falta de coisas essenciais, favor comentar para que eu possa acrescentar! E quem tiver dúvidas também pode entrar em contato pelo comentário.

Aproveitando, lembra que eu já postei aqui alguns sites que eu considero bem legais de dar uma olhada para comprar ou pesquisar sobre enxoval?

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Tão fácil perceber que a sorte escolheu você...

Em 2010 eu relatei aqui o divertido chá-bar que fizemos antes do casamento. Hoje, três anos e meio depois, venho falar de outro tipo de chá.

Beatriz é uma menina tão querida, tão esperada, que ganhou duas festas! 

A primeira aconteceu na terça (08/10) e foi feita pela turma do trabalho. Além da participação do pessoal que animou muito meu dia, as minhas queridíssimas Luciana, Nati e Carol foram essenciais nos preparativos e durante os nossos almoços conversávamos e bolávamos planos para que ficasse tudo lindo! No dia também muitas pessoas ajudaram e agradeço a todos que trouxeram um carinho especial para nós duas!

A decoração foi rosa com bolinhas marrons, super na moda! Como nosso espaço era pequeno, foi tudo feito na medida para que coubesse tudo o que tínhamos pensado.


 

 

 


Bexigas, TNT, mamadeirinhas e confetes: M.Camicado da 25 de Março
Comes e bebes: Restaurante Cenário (Próximo a Consolação)

A segunda festa aconteceu no sábado (12/10) e foi para a família e amigas de Jundiaí. Foi tudo preparado e organizado com o maior carinho por mim, pela minha mãe, meu pai e pelo Luís. O tema era Cegonha em tons de rosa e branco e foi uma delícia (além de super cansativo) pensar e fazer tudo. Sim, foi praticamente tudo feito artesanalmente, desde as comidas até as decorações.

As brincadeiras ficaram por conta da minha cunhada Bel, que me fez até experimentar papinha de neném (Eca!). Foi tudo divertido demais!


 



 

Cegonhas e tulipas: vó Grácia
Comidas: vó Grácia
Tags e bottons: papai Luís
Bexigas e forminhas: Chocolândia

As duas festas foram maravilhosas! Não tenho mesmo palavras para agradecer o carinho que recebi, as coisas lindas que ouvi e a força que estão me dando! Eu sempre fico pensando se eu mereço tudo isso, mas podem ter certeza que minha princesa sim e agradece muito a cada um de vocês! 

E pensar que na época da minha mãe não tinha destas coisas... Ela comprou tudo sozinha e ainda tirou uma foto pra registrar! Fiquei muito emocionada quando recebi esta foto!




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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Pra você guardei o amor que nunca soube dar...


Quando eu postei aqui pela primeira vez sobre a gravidez, apenas contei que havia ganhado o melhor presente de aniversário de casamento. Mas nunca contei como tudo aconteceu.

Será que vou conseguir descrever a emoção que senti naquele dia 2 de abril de 2013? Bom, pelo menos vou tentar.

Não foi surpresa, não foi 'sem querer'. Eu e o Luís já tínhamos decidido que era hora de pensarmos no assunto e começar a tentar. Eu parei de tomar a pílula no começo de 2011, mas inúmeros acontecimentos profissionais me fizeram rever a decisão.

Continuei sem a pílula, porque sofri muito para me adaptar sem ela. Inchei, fiquei mal, menstruação atrasou, enfim, os hormônios se revoltaram. Achei melhor ficar como estava para não ter que passar por tudo aquilo de novo.

Porém em 2012, lá pro segundo semestre, voltamos a discutir o assunto. Não foi fácil porque é uma decisão muito difícil e que traz uma responsabilidade imensa. Dá medo! Mas paramos de evitar qualquer tipo de prevenção.

Foram quase 10 meses de tentativas - e olha que eu já estava sem pílula havia quase dois anos! - de exames, de adiantamento na menstruação e até atrasos. Mas nada fazia aparecer as duas listrinhas. Aliás, como eu nunca tinha atrasado, a vez que passou três dias da data para descer eu fiquei super ansiosa. Comprei o exame escondida do Luís e fiz. Chorei. Chorei de soluçar. Não é fácil esperar tanto por um resultado e ele não aparecer. Dá a sensação de culpa, de incapacidade.

No dia seguinte a menstruação veio.

Mas essa revolta acontece por alguns momentos, nos outros eu me lembro exatamente deste post que publiquei no final de maio. Eu sei que temos outras possibilidades e eu me apeguei nisso também.

No fim de março o Luís começou a contar comigo os dias. Foi um mês que seguimos a risca a dica de "tentar dia sim, dia não" e, por isso, ele ficou atento a regularidade da minha menstruação. Legal a participação dele neste sentido. Sinal que estávamos super em sintonia. 

Era feriado de Páscoa e atrasou um, dois dias. Ele já queria passar na farmácia, mas não queria passar pelo desespero de ver uma listra só de novo. Esperamos mais dois dias e eu mesma comprei o exame - claro que ele já estava impaciente e ansioso para saber de uma vez se tinha dado certo ou não - e cheguei em casa tremendo.

Corri pro banheiro e após alguns segundos começo a gritar:

- Luís!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Luís!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Eu não acredito!!!!!

Choro, dou risada, meu rímel me faz parecer um panda (só que não tão fofinha quanto um), e o Luís aparece, vê o resultado, ri e fica atônito e só consegue dizer:

- Hum... é... vou terminar de lavar a louça...

Ok, não é o que esperamos, mas realmente é muito louco, confuso! Eu pedi pra ele comprar "pelo amor de Deus" outro exame para termos certeza mais que absoluta.

A segunda listrinha era bem clarinha, mas eu já tinha lido o suficiente sobre o assunto para saber que isso significava positivo.

Naquele dia não falamos mais nada aprofundado sobre o assunto. Eu deitei e não dormi a noite toda! Às 6 horas da manhã já estávamos no laboratório para fazer o exame de sangue. Mais um positivo. Aí foi só esperar a noite para dar a notícia para os novos vovós e titios. Emoção incrível.

Eu acho que independente de qualquer coisa, esta foi a minha experiência. Eu imagino que cada gestação, cada adoção, cada ser novo que vem pra nossa casa nos traz uma emoção única, forte, indescritível. A ideia é não desistir.


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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

We got some straightening out to do...


A partir do momento que você anuncia a gravidez, você se torna, para os outros, a pessoa mais feliz do mundo.

Mesmo desejando esse bebê, isso nem sempre é verdade. Claro, a gente fica feliz, mas também fica assustada, ansiosa, preocupada... Fora a avalanche hormonal que tende a descontrolar emocionalmente toda e qualquer grávida que passa por esta fase, eu diria, delicada.

Nos últimos dias tenho chorado incontrolavelmente. Antes era qualquer motivo, mas parece que agora o mundo resolveu conspirar contra mim. Pode parecer exagerado, mas tomei uma apunhalada atrás da outra, simplesmente pelo fato de esperar mais dos outros.

Creio que o meu inferno astral tenha colaborado para minha pequena deprê. Mas o momento gestacional influenciou muito pra que eu tenha tido dias horríveis (inclusive no dia do meu aniversário), visto que ano passado foi tudo muito diferente, animado, feliz.

Preocupada e curiosa, fui pesquisar se poderia estar com algum tipo de depressão, pois se tivesse alguma tendência a isso, correria logo atrás de mudar a situação.

Graças a Deus não tenho nenhum sintoma. É apenas uma fase chata que talvez esteja passando e, infelizmente, as pessoas ao redor não colaboraram. Mas nem todos têm a obrigação.

Ouvi que eu tenho que me esforçar, que não posso pensar só em mim, que isso faz mal para o bebê. Já pesquisei sobre isso também. A depressão em si só faz mal para o bebê se isso atinge a forma de você viver, passando a se alimentar mal, por exemplo. O fato de eu chorar não atinge o bebê. Prefiro pensar assim para não ficar me sentindo pior ainda do que já estou, me culpando por uma situação que eu não estou conseguindo ter controle.

Porque é incontrolável mesmo. Se fosse uma opção, nunca escolheria sofrer e, menos, fazer minha filha sofrer. Sei que muito de tudo isso é resultado de guardar ressentimentos, mágoas ou até mesmo não expôr minha forma de pensar.

De qualquer forma, o que eu tenho feito para amenizar é rezado muito, pedido pra Deus me iluminar e me guiar para que nada de mal nos aconteça. Outra coisa foi ter conversado com a Beatriz, pedindo desculpas e deixando claro que ela não tem nada a ver com tudo aquilo. 

Pensei se deveria postar algo 'não tão animado' para gravidez, mas como disse desde o início das minhas postagens, não vou colocar aqui só as coisas boas. A grávida passa por momentos diferentes, tanto bons quanto chatos, e elas têm o direito de expressar e saber que a gravidez não é só flores, paisagens lindas, brilhos nos olhos, 100% comercial de margarina. Temos nossos altos e baixos.

O importante é ter a consciência de que algo não vá bem pra que, no seu tempo, você tente contornar as situações para que elas não extrapolem pro pós-parto. Mas chore, desabafe, viva o momento com a intenção de que aquele sofrimento vá embora de vez. É isso que importa. 

Ontem conversei com a minha médica e percebi que já estou melhor... aos poucos fui me convencendo que não vale a pena o sofrimento constante e que é preciso deixar o tempo amenizar tudo isso...

Veja mais:
Confira o post anterior sobre amigas grávidas

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Be my mirror my sword and shield My missionaries in a foreign field

Durante esta minha fase de grávida, percebi a fertilidade bombando nas meninas ao meu redor.

Digo isso pela quantidade de amigas/pessoas conhecidas que surgiram com babies no ventre, me contando para compartilhar a experiência. 

Dizem que nesta fase muitas mulheres perdem os amigos, porque estão vivenciando coisas muito diferentes e não combinam os assuntos, as preocupações... enfim! Eu posso dizer que dei muita sorte!!! Claro que algumas pessoas sumiram até do habitual "você está bem?".

Mas desde o começo tem duas mamães que me acompanham e trocam ideias comigo: a Teresa e a Denise.

A Teresa é de Jundiaí e está umas duas semanas mais adiantada que eu na gestação do Diogo. Já a Denise mora em Pernambuco e está com duas semanas a menos que eu, esperando pela Maria Laura. 

São duas meninas que eu não tinha tanto contato - até então - e que hoje fazem parte de muita coisa na minha vida!!! Decoração, trocas de informações, opiniões, exames... eu sempre tento contar experiências para elas e vice-versa. Acho isso importantíssimo, principalmente para as mamães de primeira viagem como nós três!

Esta é minha dica mais valiosa: conversar com mamães que passam pelo mesmo que você. Se for amiga então, melhor ainda!!! E o mais legal é você repassar para quem vier depois. Se você não tem amigas pensando nisso no momento, o ideal é encontrar grupos com pessoas bem dispostas a colaborar.

É uma fase que apesar de todos os mimos, eu me sentia meio sozinha porque ninguém me entendia. Ninguém entendia meus medos, meus choros, minhas raivas, meus enjoos, minhas neuras... enfim, os hormônios que te deixam a flor da pele sem tempo de refletir.

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terça-feira, 17 de setembro de 2013

All my people right here, right now...


Desde que fiquei grávida ouvi várias vezes de várias pessoas que precisava pensar em fazer exercício, controlar a alimentação, etc e tal.

Pra confessar, no primeiro trimestre eu não queria saber nada de nada... só queria que todo o enjoo, mal estar, cansaço, ânsia, vômito e tudo o mais fosse embora o mais rápido possível!!! 

Passaram-se os primeiros três meses, o quarto, o quinto... aí eu fui resolver dar um jeito na vida. Primeiro porque eu já estava querendo fazer alguma coisa, segundo por orientação médica.

Com as gestantes que eu troco (ou trocava na época) figurinha, muitas me disseram que iam fazer ioga, pilates ou hidro. Outras me disseram não ter tempo nem pique para nada.

Realmente, ter pique é fogo, mas ter tempo, ainda mais para a minha rotina, é um fator mais complicador. Os horários não batem com nada, chegar de São Paulo, depois de um longo dia, é bem cansativo. Enfim, muitas coisas iam contra o que eu queria e podia.

Até que consegui encontrar uma atividade que eu queria tentar com um horário que eu podia fazer. Comecei a Hidroginástica para Gestante na Acquacenter de Jundiaí todo sábado bem cedinho! 

Pelas aulas terem um público específico, o assunto é único durante a hora inteira. E é divertido trocar experiências com quem está passando pelas mesmas coisas que você. Estou gostando muito e meus sábados têm rendido muito mais, sem preguiça para acordar e conseguindo fazer tudo o que preciso.

Claro que cansa e saio da aula com mais sono do que entrei, mas é um momento meu e da Beatriz, onde além dos exercícios, posso relaxar e pensar em nós duas e só. E, repito, tudo o que eu faço é por ela e para ela! 

Todo fim de mês os papais fazem aula conosco, o que acaba aproximando ainda mais e dando muito mais incentivo! Aliás, o meu maior motivador foi o Luís, que fez questão de me levar e começar com exercícios.

Só vou poder fazer três meses de hidro, mas já valeu a pena!!! Azar o meu de não ter começado antes. Por isso, recomendo a todas tentarem praticar alguma atividade durante a gestação.

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Deixa chegar o sonho, prepara uma avenida que a gente vai passar



Pensei neste post esses dias, mas tinha decidido deixá-lo para escrevê-lo mais para frente. Só que vi esta frase da Mariana Ferrão, do Bem Estar, no mesmo dia e achei que isso era um sinal.

Desde que eu anunciei a gravidez ouço o tempo todo opiniões de como devo fazer o parto. 

Quem é a favor do normal (ou até natural) faz questão de fortalecer a importância deste tipo de nascimento, destacando as problemáticas de fazer uma cirurgia.

Para ser sincera, a única coisa que eu não descarto é o uso de anestesia, uma vez que ela existe, para que deixar pra lá? Quem teve pedra no rim - como eu - sabe que a dor é muito grande, a ponto de provocar queda de pressão. Portanto, parto natural está, a princípio, descartado da minha programação.

As que nunca pensaram em outro tipo a não ser cesárea dizem o quanto a dor é insuportável, o quanto é difícil, sofrido. Acham até melhor marcar a data do parto semanas ou até meses antes de saber como realmente seu bebê estará no dia!

Fato é que eu penso exatamente como a Mariana Ferrão! Não dá para ficar na neura de um jeito ou outro. O foco deve ser a saúde da mãe e do bebê. Não existiria parto normal ou natural se a mulher não fosse capaz, bem como não inventariam a cesárea se não fosse para ser uma espécie de plano B.

Os dois servem para trazer seu filho ao mundo.

A mulher que encana com um tipo específico de parto fica tão fissurada que, caso tenha que optar na hora pelo outro, acaba tendo com muito mais medo, ficando muito mais nervosa e também bastante frustrada.

O melhor é o que for bom para o bebê. É ele, em parceria com o médico, que vão decidir o que será necessário fazer. Por isso é importante ter confiança em quem vai fazer seu bebê vir ao mundo.

Conversando sobre isso com a minha ginecologista na última consulta, comentei que não tenho medo de nenhum tipo de parto, que quero estar preparada para o que vier. Ela comentou de uma gestante que estava com 41 semanas e que queria continuar esperando, até que o marido confessou: "Minha esposa tem medo do parto normal e da cesárea!". Como faz!?! 

Por isso é necessário conversar muito, refletir bem e, de preferência, não ficar procurando os problemas em cada tipo de parto. E sim soluções! E não permitir que isso seja uma neura, nem deixar que as pessoas façam a sua cabeça, porque no dia só vai ser pior pra você e pra sua ansiedade.

Cada um deve ter sua consciência, sua vontade, mas nada de impor isso às outras mamães. Cada uma com sua escolha. Minha sugestão é ter sempre a mente aberta.

Que Deus me conserve com este pensamento de estar preparada para o que for preciso.

O portal Bebê.com.br publicou um tira-dúvidas muito bacana! Veja em 60 perguntas e respostas sobre o parto.

E o Hospital Israelita Albert Einstein publicou um vídeo explicativo bem interessante sobre o assunto! 


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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

That may be all I need In darkness she is all I see

Durante o mês de agosto minhas segundas-feiras foram forradas de informações sobre esta fase que estou vivendo.

Eu e o Luís, desde o começo, concordamos em fazer juntos o curso de gestante. Eu tenho muita sorte dele ser parceiro em tudo nesta gestação!!! 

O Hospital Pitangueiras/Grupo Sobam, que vamos ter a Beatriz, disponibilizou o curso de forma gratuita para nós que temos o plano de saúde (não sei como funciona para quem não tem, mas vale a pena dar uma pesquisada). 

Além dos milhares de ensinamentos, fiquei impressionada com a quantidade de coisas que a gente 'acha' que sabe, mas não tem ideia...

O curso foi dividido em quatro módulos, que são os quatro trimestres da gestação:

O primeiro foi sobre todo o processo de fecundação e a primeira fase da gravidez. Após a apresentação de todas as futuras mamães, a psicóloga Eliana mostrou um vídeo interessante sobre todas as etapas que já passamos, estamos vivendo e ainda vamos presenciar. É lindo e emocionante!

No segundo dia conversamos sobre o parto, tipos, prós, contras. A enfermeira Ana explicou tudo, onde corta, porque corta, as diferentes anestesias. Foi muito interessante saber como funcionam os dois processos - normal e cesárea.

O terceiro módulo foi dedicado a alimentação da gestante e do bebê. Uma nutricionista orientou sobre o que pode, o que deve ser evitado, como substituir alimentos, a importância de cada um deles. Depois a Ana falou sobre a amamentação e deu dicas preciosas. 

O último dia conversamos sobre os cuidados com o bebê no banho. A Ana também explicou o passo a passo dessa hora que deve ser o terror de todo casal. Como a gente consegue dar banho num bebê molinho? É meio aterrorizante, mas foi tudo tão bem orientado que dá uma tranquilidade maior e uma certeza de que tudo vai dar certo.

Apenas duas coisas que pesou pra mim. A principal foi a divisão em dias. Poderia ser tudo feito num sábado ou domingo, porque é cansativo de uma vez só e não em quatro dias. Fora que pra gente que trabalha em cidades diferentes acaba pesando ainda mais. Outra coisa é a exibição dos slides, numa televisão relativamente pequena para a quantidade de informação dada.

Mas fora isso foi muito bom participar desse curso. Não to contando os macetes porque acho importante as grávidas e seus companheiros terem a oportunidade de vivenciar isso. 

Queria também parabenizar a equipe da Sobam pelos profissionais responsáveis pelo curso. São pessoas ótimas e que nos orientam de forma simples, objetiva e clara.

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

When I look at what my life's been comin' to I'm all about lovin' you



Minha barriga deu uma bela estufada nas últimas semanas. Quem me viu há um mês e me encontra hoje fica surpresa com a diferença.  

Se para os outros é estranho, podem ter certeza que para mim também é! E muito!!! 

Cada dia que passo na frente do espelho é um susto. Cada vez que as pessoas me olham primeiro na barriga e depois no meu rosto é esquisito. 
Fora as mil coisas que passam na minha cabeça. 
Acreditem, passam muitas! 

Entender que a Beatriz tá crescendo aqui dentro de mim é incrível, emocionante, isso não está entrando em discussão neste post.

Mas é bizarro ver a barriga grande, me sinto desengonçada, gorda, barriguda, esquisita, não me reconheço e nem me acho linda, como achava as grávidas que eu vejo. 

Meu medo de estrias também me faz passar cremes desde o momento que descobri a gravidez, antes de qualquer transformação drástica no meu corpo. 


Agora preciso confessar que outra coisa mudou. Meu umbigo! Sim, pra meu desespero! Nunca parei pra pensar que este seria um terror na minha vida! Eu tirei o piercing no primeiro dia que fui na médica e isso foi tranquilo pra mim. Mas pensar que meu umbigo pode mudar, pode sair pra fora, me deu um ataque de pânico.


Besteira??? Claro que é!!! Eu sei disso, mas poxa, eu estou grávida!!! Tudo muda, meu humor, minha paciência, minha resistência, minhas opiniões, tudo!!! Então eu tenho o direito de ter meus ataques de pânicos por coisa idiota também, dá licença???

Nunca ouvi nenhuma mãe reclamar disso. Me desculpem se sou a primeira, mas imagino que isso deva ter passado na cabeça de alguma outra mulher na face da Terra!

O legal desta fase é que a Beatriz já está entendendo algumas coisinhas. O papai Luís a chama e ela chuta visivelmente! É uma festa entre nós três! O espaço está ficando cada vez mais apertadinho - tadinha! - e ela se movimenta muito.

Já percebi que ela se incomoda com qualquer coisa que encoste na minha barriga. Não precisa nem estar pressionando (porque eu não tenho coragem de fazer isso com a menina), mas só de encostar num determinado lugar embaixo do umbigo ela já fica no tum tum tum interno até eu tirar.

É engraçadíssimo! Espero que isso não se repita com os milhares de abraços e beijos que eu vou dar quando ela nascer. Por enquanto ela adora carinho. Fica calminha...

Ai, como eu amo esta mocinha, já com personalidade tão forte! Hahahaahahahaha!!! Mãe é mãe, fala sério!?

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Eu te chamei a atenção, não foi à toa, não


Andei pensando nos meus direitos enquanto gestante. Fiquei lembrando no quanto eu me atentava quanto aos atendimentos preferenciais antes da gravidez. 

Eu percebi que sou uma pessoa consciente, sabendo dar prioridade aos idosos, pessoas com deficiência e grávidas. Mas quando estamos do outro lado da situação, reparamos o quanto são questões ainda difíceis de serem tratadas no Brasil.

A partir do momento que a gravidez é constatada, a gestante tem direito ao atendimento preferencial. A maioria dos locais respeita isso, o problema é que o cidadão não. 


"As pessoas portadoras de deficiência física, os idosos com idade 
igual ou superior a sessenta e cinco anos, as gestantes
as lactantes e as pessoas acompanhadas por crianças de colo 
terão atendimento prioritário, nos termos desta Lei."

As pessoas acham que para ter direitos, a mulher precisa estar com a barriga de nove meses. Não, minha gente!!! Nos primeiros três meses a mãe tem enjoos, pressão baixa, tontura. Ela precisa ser prioridade.

Nos quarto e quinto meses a barriga ainda não é tão visível, mas a pressão ainda pode oscilar, as costas já dá um alerta vermelho de dor, e, pra piorar, ficamos um pouco "fora do eixo". Além disso, dormir a noite é, as vezes, uma luta, resultando no cansaço durante todo o dia.

Nos meses seguintes, além da barriga já parecer perceptível na maioria dos casos, tem o peso, a canseira, o sono, o inchaço e outra série de coisas que dificultam a vida da grávida.

Gravidez não é doença, graças a Deus!!!!! Mas que traz várias questões que complicam um pouco mais a rotina da mulher, isso é fato. Por isso é importante saber que se faz muito necessário respeitar a preferência.

Eu ainda não tive tantos problemas com relação a isso. Já vi muita cara feia por sentar no preferencial, ou por pegar uma fila diferenciada, mas não ligo. Estou no meu direito e, se não vejo outra pessoa mais necessitada que eu, faço uso dele mesmo!!!

Confesso que já fiquei em pé no metrô por falta de respeito dos usuários, já peguei fila maior por falta de atendimento prioritário, mas sempre que posso faço questão de usufruir disso. Não tenho coragem de pedir que alguém se levante para que eu possa sentar - ainda! -, mas fico impressionada com a folga (porque isso não é falta de conhecimento!) do cidadão deste País!

Entenda, nunca tive problemas com estabelecimentos, meios de transportes etc. O problema são AS PESSOAS! Aquelas que ainda vão precisar, de uma maneira ou de outra, deste tipo de atendimento.

Li relatos mais impressionantes enquanto escrevia este post. Fui procurar a Lei que nos protege. Quis saber o quanto isso acontece e, infelizmente, não é pouco. A educação no Brasil precisa mesmo de um UP, porque a coisa tá feia... feia não, triste!!!

Links interessantes:

http://www.brasil.gov.br/sobre/saude/maternidade/gestacao/conheca-alguns-direitos-da-mulher-gravida

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10048.htm

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI1575-10577,00.html

http://www.maesaobra.com.br/2011/05/12/gravidas-tem-direito-a-servicos-preferenciais/

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