sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

I'm bulletproof, nothing to lose



E lá se foi mais um ano. Me lembrei de como torci para que 2011 acabasse logo porque foi um ano bem difícil pra mim, mas 2012 simplesmente ignorou o tempo e passou de forma tão veloz que eu nem reparei!

Mas eu tenho a explicação: foi um ano bom! Não foi excelente, mas não foi nada ruim! 

Fazendo um 'remember' do que passei neste ano que está quase ficando pra trás, pude viver intensamente. Fui pra Paris, participei de confraternizações, soube acompanhar as mudanças, conheci gente que vale a pena, fiz novas amizades e intensifiquei as antigas, vi meu time no Morumbi, fiz uma tattoo, vi a Alanis, aprendi a me maquiar com a Alice, comemorei vitórias familiares e os meus maravilhosos 30 anos

E, principalmente, sobrevivi ao fim do mundo em 21/12/12! Mais um pra história!

Eu entendo que o tal 'apocalipse' não aconteceu exteriormente, mas sim, é uma renovação. Tenho a sensação de que 2013 será o ano do novo. O número 13 não me assusta, sou do tipo Zagallo, vai ser o ano da sorte! 

Em 2012 tentei agradecer diariamente a Deus pela vida, pelas oportunidades, por tudo! Foram tantas coisas boas que fecharam com chave de ouro que me dão um ânimo novo para que 2013 seja lindo.

Tenho meus pedidos para que algumas coisas se transformem. Se não for assim, do que adianta?

Tenho minhas fés também! Afinal, precisamos de motivos para arrumar roupas coloridas na festa de Réveillon. 

Aproveitando a deixa, seguem os significados das cores! Vai que?

Vermelho – representa a cor da paixão;
Rosa – o amor;
Verde - a esperança;
Azul - a tranquilidade;
Amarelo – o dinheiro e a prosperidade;
Preto - a independência e a decisão;
Laranja - a criatividade e a ousadia;
Violeta, roxo ou lilás – a intuição;
Prata - a cor das emoções.

(retirado do Portal G1)

Eu já escolhi as minhas!!! E você?


E assim acaba mais um ano, para começar outro e termos a oportunidade de fazer tudo igual, ou diferente, ou do jeito que nós quisermos! Portanto minha dica é: SEJA FELIZ! Estamos aqui exatamente pra isso!

Um excelente 2013 para todos vocês. Muita saúde, paz, amor, conquistas e boas surpresas. Absorva apenas as energias positivas e tenha muita fé na vida.


Até ano que vem!!!!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Uma mulher que merece viver e amar

Acho tão difícil responder qual tipo de música eu gosto, qual a minha banda preferida. O som que eu escuto pode ser classificado como 'eclético'.

Mas se um dia me perguntarem qual é a música que mais me toca, me anima, me emociona e me faz chorar, eu já sei o que responder!

Hoje me peguei pesquisando (de novo) por este vídeo:




Pronto! A pergunta está respondida. Agora explico o porquê: minha infância foi marcada por ela. Todos os anos, em maio, durante o evento escolar que reunia as mães para uma homenagem, a gente cantava esta música. Claro que, como todas as outras, a minha se debulhava em lágrimas. 


Depois que a gente cresce e a menina vira mulher, passei a entender muito mais aquelas lágrimas - e olha que eu ainda não sou mãe -, mas esta música é de uma intensidade ímpar e nos traduz de forma especial, fixada na imagem da Nossa Senhora, que é a minha proteção divina maior. 

É esta música que eu ouço quando quero força, quando quero alegria, quando quero confirmações. É ela que me anima, é ela que eu canto. Ela é muito especial. Fico imaginando se um dia vou ouvir meu filho cantá-la pra mim também!

Pra mim é sentimentalmente inexplicável. 


Maria, Maria
(Milton Nascimento)

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta

Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Vamos viver tudo o que há pra viver!

Tenho andado numa fase que penso o quanto me sinto jovem. Mas aí aparecem uns cabelos brancos que, definitivamente, ainda me assustam.

Ontem, ao me olhar no espelho, me deparei com dois fios bem aparentes, que me fizeram sentir realmente medo de envelhecer. Mas não é aquele medo de ficar velha. Soou confuso, eu sei.

Fico preocupada em não aproveitar a vida como posso e como devo. De ver o tempo passar e não ter conseguido realizar coisas. 

Ok, não vou ser hipócrita, tenho medo do cabelo branco, das rugas. Acho que a velhice vem com uma carga muito grande de experiências vividas que são válidas para as futuras gerações. E essa carga fica estampada no rosto, nas mãos. É visível.

Vou confessar que não tenho este medo só por mim. Ah, chega de falar em medo! É uma angustia. Algo inexplicável. Ou talvez eu que tenha medo de assumir para mim - e para vocês - a verdadeira explicação. 

Quando meu avô Carlos Massa era vivo, eu adorava ficar com ele. Quando criança era por conta dos chocolates e balas que ele fazia questão de comprar, principalmente pras princesas dele (eu e a minha prima mais velha, Flávia). No seu último Natal conosco, em 2002, na minha cidade natal Muzambinho, pude passar - sem brincadeira - umas duas horas conversando com ele. Aquela pele enrugada, aqueles olhos azuis, aquele cabelo branquinho na pele morena, aquele ar cansado e a felicidade de me contar toda a vida dele.

Ficamos só nós dois conversando. E foi lindo. A minha maior recordação dele. 

Sinto não ter gravado toda aquela história de luta. Seria motivador para minha vida hoje. Quem sabe não daria um livro? Passou. Mas o importante é que eu vivi aquele momento.

Talvez este seja meu medo: viver sem histórias boas, sem vitórias, sem conquistas. Mas é bom eu ter escrito tudo isso, porque me fez ver que ainda dá tempo de viver!




Vô Carlos me segurando no colo e minha tia Adriana

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

I gotta do what it takes 'Cuz it's all in our hands

Em setembro fiz um post listando as 30 coisas que eu não fiz antes dos 30 anos. Acho que vai ser interessante correr atrás do prejuízo e tentar fazer o máximo até os 40, para que esta lista seja renovada.

Bom, não passou nem 2 meses e já consegui realizar dois sonhos!!! Por isso, sempre que der vou editar.



8- Fazer uma tattoo; 

Dia 24 de outubro fiz minha primeira tatuagem!
Infinito com estrelas
Não doeu!
Vicia!


22- Ver um jogo do São Paulo no Morumbi; 

Dia 18 de novembro fui pela primeira vez ao Morumbi para assistir meu tricolor jogar! 
Jogo pelo campeonato brasileiro, SPFC 2 X 1 Náutico
Descobri que sou pé quente!
Estreia minha e do PH Ganso.
(Obs- já fui em shows no estádio)



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mas as pessoas na sala de jantar são ocupadas em nascer e morrer

Como muitos aqui sabem, quando acabou Fina Estampa eu decidi não assistir a próxima novela das 21h, Avenida Brasil. Para ser sincera, não foi difícil resistir. Encontramos outros meios de diversão e descobrimos motivos para termos TV a cabo em casa.

De fato não vi um só capítulo. Quando estava em algum lugar com a televisão ligada na Globo, eu saía de perto. Não foi fácil, mas não foi tão complicado, talvez porque nada me atraía para assistir - inclusive os diversos elogios me afastavam mais!

O que eu reparei nestes últimos sete meses é que se você não está acompanhando a novela do horário nobre, as chances de você ficar por fora de algumas da maioria das conversas são enormes! No trabalho, no fretado, em família, nos momentos em que começava este assunto eu ficava muda ou ia pra outro lugar (ou dormia, no caso do fretado).

Mas o mais interessante é que quase ninguém acreditava que eu não acompanhei nada da novela. Realmente, eu não tenho como dizer que não sabia o que acontecia, nem quem eram os personagens principais. É impossível com tantas chamadas, tantas pautas de programas e tantas repercussões na internet, não dá para fugir.

Só que me senti bem desapegada e, o principal, não fiquei curiosa, nem tentada, mesmo com todos os comentários. Se foi ou não a melhor novela, para mim tanto faz como tanto fez. 

O que mais me intrigou é que foi o final de teledramaturgia que fez um estardalhaço sem tamanho. Eu saí na última sexta (19), na esperança da cidade vazia, tudo tranquilo. Mas não. Locais cheios e com a TV ligada em ALTO E BOM SOM no maldito último capítulo!

Ou seja, nem assim consegui fugir da Nina, da Carminha e companhia. Mas pedimos educadamente para abaixar o volume no ponto em que pelo menos podíamos nos ouvir na mesa. 

Ok, eu sou da opinião do: fica em casa já que você quer tanto assistir. 

Foi pior que Copa do Mundo, mas vamos combinar que a Seleção Brasileira não chega numa final há um tempinho, né?

Agora começa a próxima e eu nunca fui das mais fãs de Glória Perez. Não garanto uma nova promessa de não assistir novelas das 21h, mas tentarei não ser tão apegada assim.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

You'll never know if you never try

(Editado em 08/05/2013)

A saga dos 30 anos continua e fiquei pensando em quantas coisas eu tenho vontade de fazer e, até agora, não fiz. É um pouco baseado no programa do Bruno De Luca, no Multishow, 30 coisas para se fazer antes dos 30.



Por isso eu decidi listar aqui 30 coisas que eu não fiz antes dos 30, mas que teria muita vontade de realizar:
  1. Ir à Disney;
  2. Fazer um curso de inglês fora do Brasil e ser fluente no idioma;
  3. Fazer um show e cantar para uma multidão;
  4. Ser atriz pelo menos por um dia;
  5. Tirar uma foto com o Gianecchini;
  6. Fazer um ensaio fotográfico; (gestante - realizado em 02/11/2013)
  7. Pular de paraquedas;
  8. Fazer uma tattoo; (realizado em 24/10/2012)
  9. Escrever um livro;
  10. Aprender dança do ventre;
  11. Plantar uma árvore;
  12. Aprender a linguagem dos sinais;
  13. Ter o box com todas as temporadas de Gilmore Girls e Glee;
  14. Descobrir porque sonhei com um avião batendo no prédio antes do 11/09;
  15. Ser profissionalmente 100% realizada;
  16. Fazer uma pós ou MBA;
  17. Tirar cães e crianças abandonadas das ruas;
  18. Gastar R$ 10 mil só com roupas e maquiagens;
  19. Cortar meu cabelo bem curtinho(realizado em março/2013 - ver post)
  20. Morar numa casa projetada pelo meu marido;
  21. Fazer trilha na Serra do Japi, em Jundiaí;
  22. Ver um jogo do São Paulo no Morumbi; (realizado em 18/11/2012)
  23. Mergulhar em Maragogi;
  24. Conhecer uma praia de nudismo;
  25. Nadar nua;
  26. Viajar de primeira classe;
  27. Doar sangue;
  28. Assistir ao Carnaval do Rio de Janeiro de camarote;
  29. Fazer um exame de gravidez e dar positivo;  (realizado em 02/04/2013)
  30. Fazer um diário de gratidão.
O roteiro não segue uma ordem de preferência. E pra falar a verdade, deve ter muito mais coisas por aí!

Você já parou para pensar em coisas que gostaria de ter feito, mas nunca fez? E aí? Qual é a sua lista?

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Há tanta vida lá fora...


Sempre foi muito tímida, introvertida, não saía sozinha, não conversava nem com as pessoas da própria família. Fazer ligações era algo impossível. 

Era uma menina esquisitinha e nunca ficava entre os 'pops' da sala. Mas sempre uma das primeiras escolhidas para formar time nas aulas de Educação Física.

Era boa aluna no ginásio (atual ensino fundamental). Era uma aluna mediana no colégio (ensino médio) e tem dois diplomas universitários: é radialista pela Metodista e jornalista pela Anhembi.

Já ganhou medalha de ouro de melhor aluna na Paroquial Francisco Telles e de prata no campeonato de futebol do Colégio Divino Salvador.

Sua festa de 15 anos é assunto até hoje, nas raras reuniões ou nos encontros pela vida.

Tem amigos da época da primeira série e vem colecionando amizades ao longo dos anos. Tenta cativar por ser preocupada, interessada e curiosa.

Mas se doa demais excessivamente às pessoas que considera importante! Já tomou muito na cara. Já teve amizades fortíssimas que duraram pouco e não fazem tanta falta. 


Mas teve um 'amigo-irmão', que agora é 'ex-amigo', e que talvez seja a única pessoa no mundo que não tem ideia da falta que faz para ela. Descobriu que é duro ter as mãos atadas em certas situações.

Cresceu. E a menina tímida deu lugar a uma mulher extrovertida e falante. E, meu Deus, como fala!!! Graças aos cursos de comunicação, 85% da timidez ficou de lado. Porém, e sempre há um porém, a braveza e o mau-humor continuam ali, presentes e notáveis para quem quiser ver. 

Adora seu sorriso e é conquistada pelos que o elogiam. É certo que fica vermelha, envergonhada, mas já ouviu frases encantadoras sobre ele que ecoam a cada vez que quer lembrar de coisas boas. 

Não é de acreditar em horóscopos. Mas acha que ser libriana explica a sua falta de equilíbrio, sua indecisão.

Não entende a morte. E nem quer. A primeira vez que teve que lidar com ela, foram dois baques. Perdeu o avô quando estava com 20 anos. Dois dias depois perdeu um colega da faculdade, a tiros. Começou a aprender um pouco mais sobre a vida.

Mas seu maior luto é por sua madrinha. Não podia dar presentes, não podia ver todos os dias, mas estava sempre lá. E sempre que visitava era uma festa. E o carinho mútuo era tão bom. Pena que percebeu toda importância mais tarde e hoje só resta a saudade. Mas tem a felicidade de ter dito um trêmulo e choroso 'eu te amo' antes do fim.

É completamente apaixonada pelo irmão. Vive e morre por ele. (Já começa a encher os olhos de lágrimas neste parágrafo)

Tem um pai que trabalhou muito e, por isso, foi ausente. Só hoje ela entende que foi por nós e para nós. É sua maior inspiração. 

Tem uma mãe que também trabalhou muito, mas sempre estava lá batalhando por nós. É sua alma gêmea. 

Sem estas três pessoas na sua vida, não saberia viver, respirar, pensar! É por elas que vive. Ama incondicionalmente. 


Namorou muito. Mas em 11/11/06 o conheceu. E foi pedida em namoro de forma surreal - incontável por aqui - em 01/12 do mesmo ano. Em 11/04/09 foi pedida em casamento, que aconteceu da forma mais magnifica em 08/05/10. Ele a faz rir e sabe muito bem como deixá-la irritada. A faz feliz e sabe que maiores realizações ainda estão por vir.

Trabalha com o que gosta. Descobriu prazer em ser assessora de imprensa e busca sempre voos mais altos. Sabe da dificuldade e já passou por tantas. Percebeu que na carreira não se tem amigos, mas sim alguns cúmplices. Entendeu que só se é importante quando se é útil. 

Procura tentar ver o lado bom das coisas, por mais impossível que isso possa ser - ou por menos que queira tentar.

Tem o coração bom, mas aprendeu a calcular situações com certa frieza.

Ama corujas, ficou fascinada por Paris e pela neve do Chile, adora o Nordeste. Quer fazer uma tatuagem e pular de paraquedas. Ouve todo tipo de música. É viciada em internet.

Aprendeu, sofreu, amou, chorou, errou e acertou. Deu tantas e tantas risadas e já foi motivo de felicidades e tristezas. 

Viveu muito. Mas quer viver muito mais!

E os meus 30 chegaram. No próximo dia 29 completo mais um ano e entro na quarta década de vida. Muitos me olham com aquela cara de "nossa! Tá ficando velha, coitadinha", mas poucos entram nesta idade com a alegria que estou.  

Isso porque quanto mais 'velha' 'experiente' tenho ficado, mais jovem tenho me sentido. 

Aliás, nunca me senti tão bonita, amada e de bem com a vida como ultimamente. Acho que é este o segredo, por isso estou tão feliz!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Capte-me uma mensagem à toa

Semana passada, sem querer, vivi uma experiência diferente no Facebook que me fez, hoje, ter a ideia pra este post. 

É incrível o poder que as mídias sociais têm de fazer uma simples situação inocente se tornar uma confusão e avalanche de criatividade, invenções e comentários, diria eu, alguns até pesados. 

Na última quinta-feira fui tomar banho e, ao prender meu cabelo, vi que ele ficou muito estiloso! Depois de dar muita risada, resolvi postar na internet e ver qual seria a reação. Para falar a verdade, nunca imaginei que as pessoas seriam tão sinceras. Na internet tudo fica muito mais fácil e explícito e esta 'brincadeirinha' foi uma bela comprovação. 

Nas três fotos postadas, foram mais de 50 comentários (fora mensagens e ligações desesperadas). Tirando as pessoas que sabiam que não era peruca, quanto menos eu tinha cortado o cabelo, percebi que muita gente ficou espantada, outros deram aquela 'zoada' e poucas elogiaram de coração. 

Eu levei tudo numa boa, talvez porque não passasse de um teste. Mas se eu realmente tivesse cortado no estilo 'joãozinho', as palavras de incentivo seriam muito escassas. O que me deixou chateada por pensar que as pessoas não têm papas na língua, principalmente quando não estão cara a cara com a situação. 

Ok, gosto é gosto e, graças a Deus, depois de uma certa idade eu fiz o que quisesse com o meu cabelo e passei a não ligar para opinião alheia (mesmo que fosse do meu marido!). Aprendi que, primeiramente, EU tenho que me sentir bonita independente do que os outros estão pensando! Se as outras pessoas gostarem é consequência, mas se eu me sinto bem e feliz comigo, já é um passo bem grande para os outros também se sentirem bem e felizes comigo!

O mais interessante na história toda é que eu não falei o que eu fiz com o cabelo. Isso significa que eu não menti em momento algum sobre atitudes que eu pudesse ter tomado!

Aqui vão algumas respostas pra comentários das fotos:

- não cortei o cabelo
- não usei peruca
- era meu cabelo mesmo
- não me inspirei na Miley Cyrus, ela que me copiou!
- sou corajosa mesmo
- Neymar é a pqp! Jogo melhor que ele! hahaahah
- Nina loira é até legal!
- o mais coerente seria Lívia 3.0, pq já passei do 2.0 há uns aninhos!
- simplesmente prendi o cabelo e como as pontas que estavam bem loiras caíram para frente, elas formaram uma franja

Eu queria demais agradecer as pessoas que incentivaram, curtiram, elogiaram! Estas palavras foram as que mais me deram forças e as que eu vou guardar com muito carinho, principalmente quando cortar meu cabelo de verdade. 

Também queria dizer que, quem me conhece, sabe que eu não tenho problemas com mudanças. Eu corto, faço luzes, californiana, posso pintar de vermelho, verde, azul ou pink, enfim... sou do pensamento de que 'cabelo cresce'.

Quem ficou excessivamente preocupado(a) com a radicalização tem seus motivos. Mas você já parou pra pensar até onde a sua sinceridade atinge positivamente (ou negativamente) as pessoas ao seu redor.

Nada do que fiz foi pensando em provações ou aprovações! Foi inocente. O desenrolar da situação foi consequência de uma simples brincadeira que fiz comigo mesma e tomou algumas proporções que nem eu imaginava!

No fim eu me diverti! Confesso que me deu muita (mas muita mesmo) vontade de cortar o cabelo: RADICALIZAR! Mas para tudo há um momento e eu sempre sei qual é o MEU! #ficaadica

Rapte-me camaleoa!



terça-feira, 21 de agosto de 2012

Livro pra comida, prato pra educação


Ontem, depois de muito tempo sem assistir ao CQC, me peguei vendo as matérias e uma em especial me chamou atenção. Sempre achei o quadro Proteste Já importante, pois de certa forma abre os olhos dos jovens para os absurdos que acontecem no País. 

Mas nesta última edição foi diferente. Me bateu uma tristeza e um aperto no coração seguido de uma raiva que não coube em mim.

Que educação você pensa em dar pros seus filhos?
Sabemos que as escolas públicas têm suas deficiências, mas com mais de R$50 milhões do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) destinado ao município de Miguel Alves (PI) não justifica a precariedade que vivem alunos e professores.  

Carteiras quebradas, paredes caindo, quando chove não tem aula. Sem água, sem banheiro, nem merenda! Quanto menos material e uniforme! As professoras colocam do salário que recebem para dar um pouco mínimo de dignidade às crianças. Definitivamente PRECÁRIO!

O mais preocupante é que o prefeito, Oliveira Junior (PTB), temendo as 'piadinhas' do repórter Oscar Filho, já se muniu de mil pedras e jogou a primeira pedindo que o jornalista não começasse com deboches. 

Fiquei absurdamente indignada com a resposta deste prefeito! 

Independente do tipo de jornalismo de programas como o CQC, a resposta foi de um cara que estava totalmente despreparado para tal assunto. Ficou claro que ele não tinha nenhuma solução para aquele problema que não tem nada de pequeno. 

Deboche, senhor prefeito, é o que você está fazendo com as crianças da cidade que te elegeu. Você está neste cargo, o maior do município, porque os pais, tios, avós, as famílias desses alunos votaram no senhor, no seu partido. Então deboche, senhor prefeito, o engraçadinho dessa história, nem preciso dizer quem é, certo? 

O pior, e mais triste e intolerante, é pensar que esta situação não é pontual. Por isso, o melhor da matéria foram os comentários de Marcelo Tas e de Marco Luque. O primeiro lê uma nota do Ministério da Educação, dizendo que Miguel Alves tem mais de 40 programas federais a disposição para melhorar a estrutura educacional do município e que foi lançado mão desses programas por incapacidade política ou gerencial do prefeito. 

Além disso, Tas lembrou que os brasileiros ficaram chateados com a má colocação do Brasil na última Olimpíadas, só que dados do último Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) o País ficou em 53º de 65 países. A educação por aqui anda de mal a pior e já sabemos disso há tempos! 

Já o Luque falou exatamente as palavras que eu tinha dito durante o programa. 

Ps- Fui pesquisar partido e nome do prefeito, mas o site da prefeitura de Miguel Alves está fora do ar na manhã desta terça-feira! 

Veja a matéria e entenda a minha revolta! 


Clique na imagem para ver o vídeo na íntegra

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Os deuses vão ficar por aqui

Domingo assisti ao encerramento das Olimpíadas de Londres e me emocionei com a apresentação do Brasil: os artistas representaram bem a diversidade que temos por aqui. Vendo tudo aquilo, tive uma pontinha de esperança que o Brasil faça algo tão bonito e representativo em  2016. Vejo que a preocupação maior do brasileiro é com relação aos cantores que se possivelmente se apresentarão (medo de Xuxa, Michel Teló, Roberto Carlos), mas temos quatro anos para pensar nisso. 

Ontem meu marido me perguntou se eu tinha visto o clipe de apresentação do Rio de Janeiro, sede dos próximos Jogos Olímpicos em 2016. Achei estranho porque normalmente sou eu quem chego contando as novidades do mundo virtual, mas dessa vez foi diferente. 

Por isso, assim que abri o site da Globo, fui pesquisar o tal vídeo para avaliar todas as críticas que ele fez.

Com o tema "Os Deuses do Olimpo visitam o Rio de Janeiro", o clipe retrata a chegada destes símbolos da mitologia grega ao Brasil, para as Olimpíadas de 2016.

Eu gosto das imagens e aí saio em defesa da Cidade Maravilhosa. Eu acho o Rio de Janeiro realmente lindo, inclusive a cenas da favela estão super bonitas! Mas tenho quatro considerações com relação ao clipe:

1- A melodia é uma delícia, uma das diversas que representam o Brasil! Mas não consigo entender quase nada da letra. Os cantores de várias gerações e gêneros também me agradam, mas ter que procurar pela letra - que não encontrei no Google - para entender as palavras é triste;

2- Ao invés de artistas globais representando os Deuses do Olimpo, optaria por atletas! E não precisaria ser necessariamente os famosos, mas que fosse mais uma forma de valorizar o esporte e a competição. Sei que os globais vendem mais mídia. Shame on us;

3- Não entendo o que o cara - Dionísio - com um copo de cerveja, aparentando estar bêbado, faz no meio do vídeo. Achei de mau gosto. A representação do entusiasmo poderia ser de uma outra forma, já que o Rio de Janeiro e o Brasil são a cara da felicidade;

4- Um dos últimos 'comentários' do Mc Catra na música "Quem treinou, treinou. Quem não treinou, não treinou" foi extremamente desnecessário.


Vídeo de apresentação dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro


Eu queria muito ter gostado de tudo, pois valorizo o Brasil como terra, cultura e diversidade. Tenho orgulho de ser brasileira, apesar de todos os pesares que esse País acarreta politicamente e estruturalmente falando.

A expectativa para 2014 e 2016 é grande e eu tenho confiança que o Brasil não fará feio. Agora, verba e suas destinações ficam para um próximo post!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Deixa os acomodados que se incomodem



O mundo todo resolveu achar que coruja é bonito! Virou moda e, não, eu não gosto da ideia.


Eu sempre gostei de aves, mas fui reparar especialmente nas corujas quando lá em 2001 - ou seja, há mais de 10 anos - estava numa livraria e peguei um livro 'qualquer' para comprar. 

- Mas você vai ler isso? - questionou, coerentemente, meu pai!

- Vou! - respondi! - Estão falando deste livro e quero ler alguma coisa a noite, antes de dormir, já que moro sozinha!

Ok! O diálogo pode não ter sido exatamente esse, mas confirmo que chegou bem próximo disso.


O livro era Harry Potter e a Pedra Filosofal, J.K. Rowland, e por uma questão de sorte peguei justo o primeiro da série, que já devia estar lá pela terceira edição. (pausa para confirmação com o Santo Google - ... - informação confirmada!)

Já ficou entendido o porquê da minha paixão pelo animal. Na história, eles são bichos de estimação e, bom, quem quiser saber mais, leia!

Desde então tenho ganhado corujas de pessoas especiais. Dizem que se você é colecionador de objetos desse bicho, não deve comprá-los e, sim, ganhá-los. Isso é bom porque tenho que me controlar para não pegar tudo o que vejo.

Na Grécia, a coruja é símbolo de sabedoria, mas há outros significados também, como por exemplo, acharem que é um elo que liga o mundo físico com o espiritual. Em alguns países da América do Sul, como na Argentina, acreditam que as corujas eram os olhos dos viajantes noturnos, uma vez que sua visão periférica consegue enxergar muito melhor com a luz da lua.

Outras pessoas não gostam do animal pois dizem que traz mau agouro. Essas pessoas... bem, essas pessoas não podem devem entrar no meu apartamento. 


Fato é que eu amo corujas, por ser um animal lindo em suas várias - 126 para ser mais específica - espécies. Tenho colares, correntes, pingentes, camisetas, meias, brincos, bolsas, capa de celular, bancos de praça (acreditem!), pote de creme hidratante, incenso, toalha, cofres, pelúcias, chaveiros, enfim, de tudo um pouco, além das dezenas de enfeites que povoam meu apartamento.





sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Eu estava aqui o tempo todo, só você não viu

De repente me pego pensando em pessoas que passaram por mim, situações que vivi, fatos que não me lembrava há muito tempo e, pior, em coisas que definitivamente me fugiram da memória.

Talvez meu inferno astral este ano seja exatamente esse: o saudosismo.

Estou chegando aos 30 e não quero fazer balanço, muito menos promessas. Só preciso de saúde e discernimento para optar pelas melhores escolhas, seguir os caminhos certos, independente das curvas e voltas que eles me façam dar.




sexta-feira, 27 de julho de 2012

Walking gets too boring when you learn how to fly

Este ano fiz uma das maiores loucuras da minha vida. Fiz não! Fizemos! Incluo meu marido, pois grande parte da culpa foi dele: resolvemos ir pra Paris!
Foi assim mesmo, do nada, sem planejamento nem juntar dinheiro. Em março, conversando com nossos amigos/padrinhos - e consultores para assuntos aleatórios, Léo e Mari - decidimos encontrá-los na França após 20 dias de estadia deles em Londres.
Sem passaporte e faltando apenas dois meses para a viagem, corremos atrás do prejuízo com a grande sorte de não precisar de visto para entrar na Europa! (#ufa)
Se eu apenas falar: "não queria voltar pro Brasil" já dará uma boa ideia do quanto eu gostei daquela cidade. Mas como fiz com a viagem pro Chile, vou colocar aqui os pontos principais, já avisando que os 10 dias de estadia não foram o suficiente para ver tudo!
Nossa sorte número um: ficar na casa do meu primo! Conseguimos economizar uma boa grana e ter um pouco mais de contato com ele e com o Pedrinho, filhote dele. Nossa sorte número dois: fazer uma viagem 'bacanuda' dessa com um casal de grandes melhores amigos!

Diário de viagem:

Primeiro dia. Chegamos depois de uma longa viagem! Tivemos uns contratempos na ReR, mas não sei como chegamos em La Defense. E para chegar no meu primo mais perrengue! Mas por isso aconselho: google street view é o canal!!! Depois de um hot dog, meu primo Lucas nos levou para um passeio noturno de carro pela cidade.



Segundo dia. Muito cansativo (leia-se MUITO!). Andamos até dar dor no pé, na perna, no bumbum, nas costas, no pescoço e até o último fio de cabelo. Mas vale a pena porque é Paris. Já falamos inglês, francês, espanhol e até português... é uma mistura de línguas...
Fomos ao Arco do Triunfo e ao Hotel des Invalides: coisas lindas! O Luís está no lugar certo! A arquitetura deste lugar deixa qualquer estudioso babando!!!

Terceiro dia. Se sobrevivemos ao dia de hoje, acho que o resto será fichinha! Depois de um milagre, encontramos o Léo e a Mari no Louvre e finalmente conheci a Monalisa. O museu é enorme, cheio de coisas lindas, mas cansa! Realmente em um dia não dá pra ver quase nada! E choveu em Paris. E fez muito frio (12 graus)!
Experimentamos o crepe de Nutella. Uma delícia! 
E ainda confundimos o inglês, com espanhol, com francês e o português! Uma mistureba sem fim! Acho que virei poliglota!


Quarto dia. Mais um dia de muita andança! Encontramos o Léo e a Mari na saída da estação Cité e fomos ao Conciergerie e à Saint Chapelle. Depois de um almocinho típico francês (= baguete), fomos à fantástica Catedral de Notre Dame. 
Depois de andar, andar e andar, chegamos - finalmente - em um restaurante que estávamos torcendo pra não ter fila: Entrecôte. Sensacional!


Quinto dia. Mais um dia de aventuras! Foi aí que  entendi como funcionam algumas estações de RER.
Depois de um pouco de vai e vem, de ficar presa na cabine da RER e pegar o sentido errado, conseguimos encontrar Léo e Mari em Versailles. Lugar lindo e gigantesco!
Como disse o Luís: "Pra chamar alguém pro almoço do outro lado do jardim tem que sair de casa às 9h!
Depois fomos até a Torre Eiffel, que tinha apenas duas horas de fila. Desistimos e terminamos o dia em grande estilo: tomando vinho no Trocadero, de frente pra Eiffel! MARAVILHOSO!


Sexto dia. Pela manhã ficamos em La Defense, passeamos pela área e vislumbramos a arquitetura moderna de Paris! 
Como disse a Mari: "aqui não é Paris!
É uma parte nova da cidade, que foi 'construída' fora do grande centro para não descaracterizá-lo.
A noite fomos a um 
jantar 'romântico' e, especialmente, divertidíssimo: Beatoux Mouche, navegando no Rio Sena. Simplesmente fantástico!!!

Sétimo dia. Chegamos na Sacre Coeur e conheci um dos lugares mais lindos desta cidade. Pena que neste lugar vimos pessoas tão mal educadas e desrespeitosas também! Mas a igreja é maravilhosa, tanto por dentro quanto por fora! Se vier a Paris, tem a obrigação de conhecer! 
Depois descemos pela rua das muambas e andamos, andamos, andamos até chegar na frente do Moulin Rouge. Andamos mais um tanto e entramos na Galeria Lafaiete pra babar um pouco. Só babamos mesmo! Ah, e comemos nossos primeiros Macarrons: deliciosos!!!!
Pegamos o metrô em direção à Torre Eiffel, desta vez para subir. Duas horas de filas, povo folgado pra caramba. Mas neste lugar até os perrengues valem a pena. 

Dica: comprem as entradas da Torre com meses de antecedência! Vale muito mais a pena!

Oitavo dia. Primeiro passamos pelo Jardim de Tuileries que é lindo demais e é rodeado pelo Louvre. Depois partimos para o Quartier Latin, atrás do Panthéon que é bem interessante também, onde estão sepultadas várias personalidades como Rousseau e Louis Braille. E passamos o resto da tarde no Jardim de Luxemburgo, que foi bom demais para fazer nada!
Se vocês pegarem no mapa e seguirem esses destinos que eu posto, vão ter uma pequena noção do quanto nosso pé está doendo!!!



Nono dia. O cansaço começou a pesar e sentimos isso com o passar dos dias. Os pés doem, os joelhos também! Senti dor até em partes do corpo que não sabia que existia.
Fomos nos encontrar no Marais para conhecer a Place des Vosgues, que é muito bonita, principalmente por ser cercada por uma construção e ser toda quadrada. Ela é pequenina, mas super gostosinha. Depois partimos rumo ao Pompidou, que é uma construção bem moderna e doida. O arquiteto adorou!
Encontramos uma pizzaria muito boa, com uma mega pizza individual por um valor super tranquilo! Ficamos por lá e brindamos o calor com uma cerveja. Voltamos cedo pra casa e, após um cochilo, fiquei cuidando do Pedro para os papais prepararem nosso maravilhoso jantar!!! A Anna e o Lucas mandaram muito bem no japonês e fizeram a nossa alegria neste fim de domingo! 



Décimo dia. Hoje fomos até o Parc de Villette que fica bem longinho, mas é um lugar gostosinho pra se conhecer! A melhor parada foi no La Géode, onde vimos um filme em 180 graus sobre o telescópio Hubble. 
Depois sugeri de fecharmos a viagem em grande estilo, indo novamente ao Trocadero. Compramos um vinho e ficamos admirando a Torre Eiffel!
Para nossa alegria, mais ainda do Luís, a Dani - colega de faculdade dele que mora em Paris - chegou do Brasil e conseguiu nos encontrar por lá. 


Décimo primeiro dia. Durante a manhã passeamos pela Champs Elysée e fizemos a farra! Compramos algumas coisinhas, demos uma volta, tomamos um café e voltamos pra casa arrumar as malas. 

Compramos flores pra Anna, pro Lucas e pro Pedro em agradecimento a estadia e toda atenção que nos deram durante todos estes dias!

Não tenho palavras pra agradecer a companhia do Léo e da Mari! As risadas, os passeios, as compras, tudo foi extremamente delicioso!!!



É isso... canseira, dores, mas muita risada e uma puta dose de cultura! Quero isso sempre!!!

Au revoir, Paris!!! Merci Beaucoup!!! Je t´aime!!!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

É cedo ou tarde demais, pra dizer adeus, pra dizer jamais

Mais um ciclo que se encerra. Vou tentar escrever este post sem chorar, o que já está difícil, pois as lágrimas surgem inevitavelmente.

Nunca imaginei que trabalharia com política, muito menos que me encantaria por este mundo. Mas acontece que tem um bichinho que, quando te pica, dificilmente você vai querer voltar atrás.


Em agosto de 2008 dei um start na minha vida, deixei a timidez um pouco muito de lado e tentei absorver tudo o que um estágio poderia me proporcionar. 


Na Sert, 'era Afif', tive o prazer de conhecer pessoas maravilhosas, que depositaram confiança em mim, me deram toda oportunidade e um pouco mais. Tive a chance de aprender muito da profissão, dos relacionamentos e de mim mesma. A turma do trabalho me faz falta até hoje. Foi um momento em que tinha amigos de verdade. Agradeço muito por ter vivido tantas experiências, eventos, comemorações, cursos. Agradeço pelas pessoas que conheci, convivi, aprendi e que, apesar do vento nos levar por outros mares, ainda tenho no meu coração com o maior carinho que existe.



Equipe Afif, jantar de despedida

Equipe Afif, assessoria de comunicação 

Na SDECT, 'era Paulo', as pessoas eram diferentes, os assuntos eram diferentes, foi uma fase muito mais difícil e de tolerância de todas as partes. Mas foi quando mais aprendi sobre mim mesma. Tive que ser forte, paciente e compreender que as mudanças são necessárias para o crescimento pessoal e profissional. Demorou, mas tive que tomar decisões, conversar, ouvir. Percebi o valor de dar novas chances aos outros (e a mim mesma), a conhecer - e reconhecer - as dificuldades para encará-las. E nesse período passaram por mim pessoas muito boas, que me deram oportunidades. A todas elas que eu agradeço muito o carinho, a tolerância, a confiança e a amizade. Vou guardá-las pra sempre no coração.


Equipe Paulo Alexandre, confraternização de fim de ano 

 Equipe Paulo Alexandre, comunicação e agregados

Queria citar nomes, mas são muitas pessoas que passaram por meu caminho nestes quase quatro anos. Mas às equipes "Guilherme Afif" e "Paulo Alexandre", ou "GAD" e "PAB", meu MUITO OBRIGADA!

No meu coração todo mundo tem o espaço que merece, agradeço por todos estes dias! Pela paciência e pelo carinho, se você leu até aqui e fez parte destes momentos da minha vida, pode ter certeza que é você quem estou agradecendo!

É com o maior clichê que eu termino este post. "Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!"


E vamos que vamos que tem mais por vir! Que Deus nos proteja sempre!


Ps: Nas fotos não estão todas as pessoas especiais que incluo neste texto, mas que adoro muito também!